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02/05/2010

DEUS: IMUTÁVEL OU MUTÁVEL

Antes de estudar a problemática de Gn 6.6 no que diz “ então, se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra. e isso lhe pesou no coração” vamos analisar argumentos Cristãos do Essencialismo Divino que oferecem três linhas básica a favor de sua visão: filosófica, Bíblica e prática.
Argumentos filosóficos do Essencialismo:
Os teístas tradicionais argumentam que Deus segundo sua natureza é imutável. Tomás de Aquino ofereceu três Argumentos básicos a favor da imutabilidade de Deus mencionarei apenas dois:
1.O argumento da realidade pura de Deus:
O primeiro argumento é baseado no fato de que o Deus de Pura realidade (“EU SOU”) não tem potencialidade. Pois tudo que muda tem potencialidade. Pois não pode haver potencialidade em Deus ( ele é realidade pura). Portanto , Deus não pode mudar ( Ex 3.14 ).

2.O argumento da perfeição de Deus.
O segundo argumento a favor da imutabilidade de Deus Baseia-se em sua perfeição absoluta. Tudo que muda adquire algo novo. Mas Deus não pode adquirir algo novo, já que é absolutamente perfeito. No entanto. Para mudar e preciso ganhar algo novo. Um Deus que carece de alguma perfeição não poderia ser o Deus que è.

Argumentos Bíblicos do essencialismo Divino. As escrituras apóiam o essencialismo teísta declarando que Deus é imutável por natureza.

Evidencia de Imutabilidade no AT:
O Salmista Declarou: “ No Princípio firmaste os fundamentos da terra, e os céus são obras das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu os trocarás e serão jogados fora. Mas tu permaneces os mesmo , e os teus dias jamais terão fim ( Sl 102.25-27 )”

“ Deus Não é Homem, para que minta ; nem filho de homem, para que se arrependa... Números 23.19”
“ Aquele que é a glória de Israel não mente nem se arrepende, pois não e homem para se arrepender” I Samuel 15:29.
“ De fato, Eu Sou o Senhor, Não mudo. Por isso vocês, descendentes de Jacó, Não foram destruídos” Malaquias 3.6

Evidencia de Imutabilidade no NT:
“ Mas, se Deus é Imutável por natureza, então sua vontade está sujeita à sua natureza imutável. Assim, tudo que Deus deseja deve ser bom de acordo com sua natureza. Deus não pode desejar o que é contrario à sua natureza. Ele não pode Mentir.” Hb 6.18

Argumento prático da imutabilidade moral de Deus:

Argumento da necessidade de estabilidade moral:
Se todos os princípios morais fossem baseados na vontade mutável de Deus, então não haveria segurança moral. Como alguém poderia dedicar uma vida de amor, misericórdia ou justiça e depois descobrir que as regras mudaram e que aquelas não são as coisas certas? ”E bom observar que os princípios morais de Deus está na Palavra de Deus, escrito em duas tábuas de pedras pelo próprio dedo dEle Ex 20. O essencialismo Divino está correto baseado na vontade Imutável de Deus, mas a vontade mutável do homem estará condicionada a imutável vontade de Deus. Mesmo sabendo que Deus é moralmente imutável muitas pessoas não compreende o verdadeiro significado da imutabilidade de Deus, Muitos estão enganado com o verdadeiro dia de guarda que é o Sábado, um dos princípios morais de Deus, escrito nos dez mandamentos, estas pessoas que não guardam o sábado,normalmente aceita o domingo. Quem aceita o domingo por ocasião da ressurreição de cristo como um dia de guarda Poderá pensar que Deus é Mutável, mas isto se dá pela maneira errada de interpretar os textos Bíblicos. Se você é cristão deve afirmar que Deus é imutável e deve ser um cuidadoso estudante da palavra de Deus. Não deixe ninguém tomar sua coroa!. O homem deturpou o verdadeiro dia de guarda do sábado para o domingo, e Pedro em sua segunda carta adverte “ ao falar acerca destes assuntos, como de fato, costuma fazer em todas as suas epistolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender , que os ignorantes e instáveis Deturpam como também deturpam as demais escrituras, para a própria destruição deles”2 ped 3.16

Este material é fonte de pesquisa da enciclopédia apologética de Norman Geisler que neste trecho deixou uma brecha explicita nas entrelinhas a qual nos ajudou a compreender mais um assunto polêmico em nossos dias, que você pode ver o material completo no artigo “sábado ou domingo” neste Blog.
Objeção de que Deus mudou de Idéia:
Segundo os Essencialistas, Há exemplos nas escrituras onde Deus mudou de idéia. O texto que iremos estudar está escrito em Gn 6.6 “ então, se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra. e isso lhe pesou no coração”
Essencialistas divinos mostram que Deus não mudou realmente. Os seres humanos mudaram em relação a Deus e, portanto, só parece do ponto de vista humano, que Deus mudou. Isto acontece quando o homem compreende mal as Escrituras Sagradas.

Após estudarmos o essencialismo divino vamos aprofundar mais neste assunto estudando agora a diferença entre o arrependimento de Deus e do Homem:

O leitor da Bíblia ao chegar a passagens como Gênesis 6:6; I Samuel 15:11 e Jonas 3:10 que declaram que Deus se arrependeu e posteriormente confrontá-las com Números 23:19; I Samuel 15:29; Salmo 110:4 e Hebreus 6:17 que afirmam ser impossível que Deus se arrependa, pensará que existe grande contradição na Palavra de Deus quanto ao arrependimento divino.
Com a finalidade de dissipar dúvidas sobre a veracidade da palavra inspirada e para que declarações aparentemente conflitantes sejam esclarecidas, veremos o que é o arrependimento. Para que este objetivo seja alcançado é necessário pesquisar diretamente nas línguas originais em que o Velho e o Novo Testamento foram escritos, porque estas nos fornecem elementos convincentes.

Afirmou Billy Graham que se o vocábulo arrependimento pudesse ser descrito com uma palavra, ele usaria o vocábulo renúncia. E esta renúncia seria o pecado.
O primeiro sermão pregado por Jesus foi: "Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus."
Devemos a salvação unicamente à graça de Deus, mas a fim de que o sacrifício de Cristo na cruz do Calvário se torne eficaz ao crente, é preciso que ele se arrependa do pecado e aceite a Cristo através da fé.
O arrependimento é mencionado 70 vezes no Novo Testamento. Jesus disse: ". . . se, porém não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis."
Que significaria a palavra arrependimento para Jesus?
Qualquer um de nossos dicionários a definirá como "sentir tristeza, ou lamentar." Porém, a palavra no original hebraico e grego tem uma conotação muito mais ampla por significar mais do que lamentar e sentir tristeza pelo pecado.
Arrependimento na Bíblia significa "mudar ou voltar-se". A Palavra indica que deve haver uma completa mudança no indivíduo.
Pedro mostrou com seu arrependimento que estava disposto a transformar sua vida, a seguir uma nova direção. De outro lado, Judas entristeceu-se, sentiu remorso, mas não se arrependeu.
De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, "arrependimento é sinônimo de compunção, contrição. Insatisfação causada por violação da lei ou de conduta moral e que resulta na livre aceitação do castigo e na disposição de evitar futuras violações."
Como um termo teológico é o ato de abandonar o pecado, aceitando a graciosa dádiva da salvação de Deus, entrando para o companheirismo com Ele.
Arrependimento evangélico tem sido definido como mudança de pensamento, que leva a novo modo de agir. Em outras palavras, é a revolta consciente e definitiva do homem contra seu próprio pecado.
Arrependimento significa tornar-se outra pessoa. "Se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de medo algum entrareis no reino dos céus". Mateus18:3.

Russell Norman Champlin assim define arrependimento:
1º) "É um ato divino que transforma o homem, mas que depende de reação positiva do homem, uma vez inspirada pela fé."
2º) "É o começo do processo da santificação."1
"Consiste de uma revolução naquilo que é mais determinativo na personalidade humana, sendo o reflexo, na consciência, da radical mudança operada pelo Espírito Santo por ocasião da regeneração."2

Arrependimento no Velho Testamento

No hebraico são encontrados dois vocábulos para expressar a idéia de arrependimento.
É o arrependimento de Deus e corresponde ao grego metamélomai. As seguintes passagens bíblicas confirmam a sua existência. Gênesis 6: 6 e 7; Êxodo 32: 14; Jonas 3:9 e10.
Deus é imutável em seu ser, na sua perfeição e em seus propósitos. O arrependimento divino não traz mudança do seu ser, do seu caráter, mas apenas mudança em sua maneira de tratar com os homens. O arrependimento de Deus é uma referência à alteração que se realiza na sua relação para com o homem. O exemplo dos ninivitas nos ajuda a compreender o arrependimento de Deus. A cidade não foi destruída porque o povo se arrependeu de suas más obras. Deus mudou o seu tratamento devido à mudança operada no povo. O arrependimento de Deus foi uma conseqüência do arrependimento do povo

II. – arrependimento do homem.
o vocábulo hebraico corresponde ao grego metanoéo.
A palavra significa girar, voltar ou retornar, e é aplicada quando a pessoa deixa o pecado e se volta para Deus de todo o coração.
Se pecado etimologicamente significa falhar em atingir o alvo, desviar-se do caminho certo; arrepender-se é retornar ao caminho correto ou total retorno da pessoa a Deus.

Arrependimento em o Novo Testamento

Assim como há no hebraico duas palavras, uma para expressar o arrependimento divino e outra o humano, existem também em grego duas diferentes palavras para transmitir estes dois tipos de arrependimento.
I. O verbo usado em grego para o arrependimento de Deus é – metamélomai.
Metamélomai pode ser traduzido por pesar, sentir tristeza, remorso, mudança de sentimento. Ter cuidado ou preocupação por alguém ou alguma coisa. Etimologicamente significa mudar uma preocupação por outra.
Possuindo Deus caráter e atributos imutáveis Ele é perfeito, logo não pode mudar nem para melhor nem para pior. No entanto, a imutabilidade divina não consiste em agir sempre da mesma maneira. Há casos e circunstâncias que podem ser alterados.
Strong nos esclarece sobre a imutabilidade de Deus:
"Deus, embora imutável, não é imóvel. Se Ele, coerentemente, segue um curso de ação segundo a justiça, Sua atitude precisa ser adaptada á toda mudança moral nos homens. A imutável santidade de Deus requer que Ele trate os ímpios diferentemente dos justos.
"Quando os justos se tornam ímpios, seu tratamento a respeito destes deve mudar. O sol não é volúvel ou parcial porque derrete a cera, enquanto endurece o barro; a mudança não está no sol, mas nos objetos sabre os quais brilha. A mudança no tratamento de Deus para com os homens é descrita antropomorficamente como se ocorressem mudanças no próprio Deus."3

II. – metanoéo é o verbo usado em grego para o arrependimento do homem.
Dicionários e comentários nos informam que significa:
a)Uma mudança de mente, de pensamento
b)Literalmente significa pensar diferentemente.
c)Teologicamente a palavra inclui não somente mudança da mente, mas uma nova direção da vontade, propósito e atitudes.

O verbo metanoéo é usado em o Novo Testamento 32 vezes.

O arrependimento inclui três aspectos:
1º) O aspecto intelectual, ou seja, o reconhecimento, pelo homem, do erro de sua vida, sua culpa diante de Deus, sua incapacidade para, em suas próprias forças agradar a Deus. Sendo o homem um ser intelectual, Deus somente se agrada em ser adorado por meio de um processa racional.
2º) O aspecto emocional – tristeza pelo seu pecado como uma ofensa contra um Deus santo e justo. Os sentimentos não são equivalentes ao arrependimento, mas podem conduzir a um verdadeiro arrependimento, porque o verdadeiro arrependimento não pode provir de um coração frio ou indiferente.
3º) O aspecto da vontade ou volitivo – mudança de propósito, resolução íntima contra o pecado e disposição para buscar de Deus o perdão, purificação e poder. Este é o mais importante dos elementos, pois Deus pode apelar à pessoa para se converter, chamá-la ao arrependimento, mas como Deus dotou o homem com o livre arbítrio, somente este pode ou não aceitar o perdão divino; somente o próprio homem pode escolher arrepender-se ou não.
Apesar das ponderações anteriores, o arrependimento, no mais profundo sentido está além das forças ou do poder humano. Ellen G. White declara: "O arrependimento, bem como o perdão, são dons de Deus por meio de Cristo."4
É importante compreender (como insiste Morris Venden, o autor de Meditações Matinais, 1981, nos dias 22 a 31 de maio) esta verdade fundamental. Não podemos primeiro arrepender-nos para depois ir a Cristo. Devemos ir a Ele como estamos e Ele irá transformar a nossa vida.
Paulo em Romanos 2:4 nos asseverou com muita objetividade que é a bondade de Deus que nos conduz ao arrependimento.
O arrependimento é um passo decisivo na vida do cristão, desde que a Bíblia no-lo apresenta como uma das condições para a salvação. As seguintes citações bíblicas corroboram para esta afirmação:
Mat. 3:1 e 2 – "Naqueles dias apareceu João Batista, pregando no deserto da Judéia, e dizia: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus."
Mat. 4:17 – "Daí por diante passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus."
Luc. 13:3 – "... Se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis."
A Pena abalizada de Ellen G. White confirma a nítida distinção entre o arrependimento divino e humano.
"O arrependimento de Deus não é como o do homem. 'Aquele que é a Força de Israel não mente nem se arrepende; porquanto não é um homem para que se arrependa.' I Samuel 15:22. O arrependimento de Deus implica uma mudança de circunstâncias e relações. O homem pode mudar sua relação para com Deus, conformando-se com as condições sob as quais pode ser levado ao favor divino; ou pode pela sua própria ação, colocar-se fora da condição favorável, mas o Senhor é o mesmo, ontem, hoje e eternamente. Heb. 13:8."5
"O arrependimento quando referente a Deus significa uma mudança de atitude, ou um voltar atrás. Nesse sentido é que a expressão é usada em I Sam. 18:8. Deus não modifica seu propósito, porém o homem, sendo um agente moral livre, pode modificar a realização do propósito divino. O relato de Jonas sobre a destruição de Nínive nos mostra que houve uma mudança de atitude com relação a Deus, e Ele também mudou Seu procedimento, isto é, arrependeu-se do mal de que lhes ameaçara."6

Dois Exemplos Distintos de Arrependimento Encontrados na Bíblia

1º) O arrependimento de Pedro.
Após a negação do Mestre, quando o olhar compassivo e perdoador de Cristo lhe penetrou na alma, ele se rendeu à influência benfazeja do amor. Lucas 22:62 afirma que ele chorou amargamente. Esta é a tristeza que opera o arrependimento que conduz à salvação – II Cor. 7:9-10. O arrependimento de Pedro foi o metanoéo que modificou toda a sua vida. Ele estava triste por causa do seu pecado. Sua trágica queda por ocasião do julgamento de Cristo, seguida de seu arrependimento e subseqüente reabilitação, aparece como sendo o ponto de conversão de sua vida e caráter. Daí por diante, e com uma única exceção (Gál. 2:11-13), ele nos é apresentado como nobre apóstolo, com dignidade, coragem, prudência e firmeza de propósito.
2º) O arrependimento de Judas.
Em Mateus 27:3 se encontra o verbo metamélomai, que em algumas traduções aparece traduzido por arrepender-se, mas o seu arrependimento foi somente no sentido de tristeza ou remorso pelo seu pecado, e não no sentido de mudança de vida, de abandono do pecado. Essa tristeza segundo o mundo é a que opera a morte (II Cor. 7:10).
Judas não sentiu profundo pesar por haver traído a Cristo, mas tristeza por perceber que seus planos falharam.
O verbo metamélomai foi usado porque o seu arrependimento foi apenas mera tristeza, desespero, sem nenhuma mudança da mente (metanoéo).
Cristo sabia que o traidor não se arrependera verdadeiramente.
A pena inspirada confirma esta declaração:
"Até dar esse passa Judas não passara os limites da possibilidade de arrependimento. Mas quando saiu da presença de seu Senhor e de seus condiscípulos, fora tomada a decisão final. Ultrapassara os termos."7

A idéia principal na afirmação de que Deus se arrependeu, nada tem a ver com falhas e pecados como acontece com o homem, mas apenas a sua mágoa com o mau procedimento humano e o seu desejo de sustar o curso do mal.
Rendamos sempre graças a Deus porque no seu infinito amor ele se entristece com o nosso pecado e muda o seu tratamento, quando nos arrependemos de nossas obras más.
Deus é imutável, mas a mutabilidade humana faz com que ele mude o seu trato para conosco.

Referências
1.O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo, vol. III, pág. 68.
2.O Novo Dicionário da Bíblia, vol. 1, pág. 141.
3.A Teologia Sistemática de Strong, pág. 124.
4.Testemunhos Seletos, de Ellen G. White, vol. II, pág. 94.
5.Patriarcas e Profetas, de Ellen G. White, pág. 630.
6.SDA Bible Dictionary
7.O Desejado de Todas as Nações, de Ellen G. White, págs. 654 e 655.

Caminhando para última parte deste importante estudo vejamos a linguagem empregada em Gn 6.6

A LINGUAGEM usada aqui é ANTROPOMÓRFICA

O Dicionário Aurélio define Antropomorfismo como “Tendência para atribuir, ou a forma de pensamento que atribui formas ou características humanas a Deus, deuses, ou quaisquer outros entes naturais ou sobrenaturais.”
Este conceito se faz importante pois verbo naham em Gênesis 6:6 é um exemplo do uso antropomórfico na bíblia. O verbo é a representação em linguagem humana do sentimento divino ante as escolhas erradas feitas pela humanidade. O Novo Comentário da Bíblia declara que “falar de Deus como capaz de arrependimento e de experimentar tristeza é, admitidamente, o uso de linguagem antropomórfica, mas tal linguagem, a despeito disso, em realidade fala de uma real experiência da parte de Deus.” Ainda o autor enfatiza que “o Deus revelado nas Escrituras é capaz de sentir tristeza e de ser entristecido. Ele tem reações reais para com a conduta humana.”
Esta mesma idéia é apresentada por HOFE, em seu livro O Pentateuco:

“Arrependeu-se o SENHOR”. Não se arrependeu no sentido de mudar suas atitudes básicas, porém sentia tristeza ao ver o pecado... Amiúde a bíblia atribui a Deus traços humanos: olhos, ouvidos, mãos, ou atividades humanas. A isto se dá o nome de antropomorfismo. Não quer dizer que seja corpóreo; antes, a linguagem se acomoda ao entendimento humano.

Portanto, entender Gênesis 6:6 como um Deus que fica triste (naham), é apenas identificar a linguagem antropomórfica utilizada pela bíblia para traduzir o infinito, Deus, para seres finitos, o homem. Esta expressão "é simplesmente uma indicação, em linguagem humana, de que a atitude de Deus para com o homem ao pecar é necessariamente diferente da atitude de Deus para com o homem ao obedecer.”
Quando o autor de Gênesis afirma que “Deus se arrependeu”, segundo KISSLING, “esta afirmação é encarada como antropomorfismo, ou seja, falando de Deus como se fosse uma pessoa humana, para que ela O compreenda melhor. Tal linguagem é necessária para nós, porém não representa perfeitamente à Deus, pois Ele “não experimenta emoções da perspectiva do nosso fluxo limitado e imperfeito de emoções humanas” , então “o arrependimento de Deus é uma expressão antropomórfica para a dor do amor divino” (Calvino).
HOFE, Paul. O pentateuco. 9º ed. São Paulo: Editora Vida, 1999. pág. 98.
DAVIDSON, F. (Ed.) et al. O novo comentário da bíblia . São Paulo: Vida Nova, 1995. Pág. 24.
KISSLING, Paul J. Genesis. Joplin, Mo. : College Press Pub. Co., 2004 (The College Press NIV Commentary), S. 270
KEIL, Carl Friedrich ; DELITZSCH, Franz: Commentary on the Old Testament. Peabody, MA : Hendrickson, 2002, S. 1:88

Portanto, “o arrependimento que aqui é atribuído á Deus, não devidamente pertence a Ele, mas se torna importante para a nossa compreensão dele.” O antropomorfismo se torna importante entre a relação homem e Deus já que “não podemos compreender-lhe como Ele é, é necessário que, para nós que Ele, num certo sentido transforme-se.”
.
O USO DE SHUV E NAHAM.

Se Deus é Onipotente, como pode então arrepender-se de algo? Entender Gênesis 6:6 como Deus voltando atrás é violar a idéia de um Deus que sabe de tudo desde o começo?
Diante destas questões é importante analisarmos duas palavras existentes no vocabulário hebraico para expressar a idéia de arrependimento. Naham, como já analisamos, geralmente é usada para atribuir ações divinas, em sua maioria para expressar mudança de sentimento em relação à algo. Shuv é o verbo sempre usado para expressar ações humanas e nunca é usado para Deus, analisaremos o mesmo abaixo.
bwv (shuv) –“voltar, tornar-se, regressar, reverter, retroceder, converter-se, voltar atrás,...”.
A idéia principal deste verbo é o arrependimento no sentido de alguém que fez ou está fazendo algo errado, voltar atrás. Esta idéia é apresentada em II Reis 17:13 quando “O SENHOR advertiu a Israel e a Judá por intermédio de todos os profetas e de todos os videntes, dizendo: Voltai-vos(shuv) dos vossos maus caminhos...”. O povo estava seguindo por um caminho errado então necessitava voltar para o que era correto.
Ainda em II Reis vemos a mesma ocorrência no capítulo 23 verso 25: Antes dele (Josias), não houve rei que lhe fosse semelhante, que se convertesse(Shuv) ao SENHOR de todo o seu coração...”
Esta mesma abstração é encontrada em outros textos: II Cr 6:26; 7:14; 15:4; 30:6; Ne 1:9; Sl 78:34; Is 19:22; 55:7; Jr 3:12, 14, 22; 18:8; Ez 18:21; 33:11, 14; Dn 9:13; Os 14:1, 2; Jl 2:13; Jn 3:10; Zc 1:3,4; Ml 3:7.
A LXX traduz shuv como ( epistrefwn), “voltar para trás.” Naham é traduzido por ( metamelomai), “mudança de mente, arrepender”.
A idéia de alguém “voltar atrás” é expressar pelo verbo Shuv, que sempre é atribuída a seres humanos. Naham, porém, é usado a Deus para representar antropomorficamente a mudança de sentimento divino em relação a algo ou alguém.
Portanto, precisamos aceitar que “é impossível conceber o Deus onisciente a lamentar-se por algum falso movimento por ele feito.” Gênesis 6:6 não é contrário a esta idéia. Deus sabia do dilúvio

CALVIN, John. Calvin's Commentaries: Genesis. electronic ed. (Logos Library System; Calvin's Commentaries), S. Gn 6:6
DICIONÁRIO hebraico-português & aramaico-português . Nelson Kirst. São Leopoldo; Petrópolis: Sinodal: Vozes, 1988.
BUTTRICK, George Artur. The interpreter’s dictionary of the bible. Vl. 4. Nashville, New York: Abingdon Press 1957. pg. 33

antes de criar o ser humano, mas por causa do livre arbítrio dado aos homens Ele não os restringiu de suas escolhas. Porém quando o momento do homem tomar a decisão errada chegou, o Senhor não (Shuv) volta atrás em seu caminho, Ele é Onisciente, mas Deus (Naham) se entristece pela decisão que seus filhos escolhem.


O Comentário Bíblico Adventista explica que:

“A força das palavras "se arrependeu (Naham) Jehová", pode deduzir-se da declaração explicativa "lhe doeu em seu coração". Isto mostra que o arrependimento de Deus não pressupõe falta de conhecimento prévio de sua parte nem variabilidade em sua natureza ou propósito. Neste sentido Deus nunca se arrepende de nada (1 Sam. 15: 29). O "arrependimento" de Deus é uma expressão que se refere à dor do amor divino ocasionado pela pecaminosidade do homem. Apresenta a verdade de que Deus, em consonância com sua imutabilidade, muda de posição em respeito ao homem que mudou.”

Gênesis 6:6, no qual declara que o homem era “continuamente mau”, é um contraste com o capítulo 1:31 do mesmo livro, no qual encontramos a declaração, após o término da criação do planeta, de que “tudo era bom”. Esta dualidade nos leva a imaginar a resposta de Deus que “é amor” ao ver um quadro tão distante de Seu plano original. Tal reação é descrita pelo verbo hebraico naham encontrado no verso seis do capítulo seis.
“Deus se arrependeu (naham)”, o verbo naham, neste contexto de decepção, quer ressaltar um sentimento de tristeza da parte de Deus pelo que se tornou sua criação. “A corrupção e violência dos homens doeram a Deus e lhe pesava havê-los criado.”
Não podemos esperar outra atitude de Deus, a não ser o sentimento inverso manifestado na criação. Se quando tudo era perfeito Deus ficou feliz, quando então tudo estava mau, Ele se entristeceu (naham), por ter feito o homem.
Este entristecimento não deve ser entendido como se a ação divina ao ter criado o ser humano fosse algo errado e isso levasse Deus a se arrepender do que fez. O verbo naham é uma linguagem antropomórfica para descrever o Criador triste pelo caminho que sua criação escolheu.
Se entendermos o capítulo seis de gênesis nesta perspectiva, veremos a beleza da missão de Noé.
DAVIDSON, F. (Ed.) et al. O novo comentário da bíblia . São Paulo: Vida Nova, 1995. pg. 24, 25.
DAVIDSON, F. (Ed.) et al. O novo comentário da bíblia . São Paulo: Vida Nova, 1995. pág. 37.

Seu pai, Lameque, afirma que Noé viria “consolar” (Gen 29). O verbo no hebraico usado para consolar é naham. Esta é a primeira vez que aparece este verbo na bíblia. A segunda vez em que naham é usado é em Gênesis 6:6, para expressar a tristeza de Deus pelo que se tornou a humanidade.
Assim, como afirma SAILHAMER Gênesis 6:6 e 5:29 fazem parte de um paralelo. O primeiro mostra o profundo entristecimento de Deus (naham), e o segundo mostra a resposta para o sofrimento divino, Noé, que vem com o propósito de consolar (naham).

“O sofrimento e a dor do pecado humano não era uma coisa que somente os seres humanos sentiam. Deus mesmo sofria com o pecado do homem... Noé trouxe conforto não somente para a humanidade, em sua dor, mas também para Deus.”

Descrevendo esta dor MOODY, declara que,

“Naham na forma nifal descreve o amor de Deus, que sofreu desapontamento de fazer partir o coração. Literalmente, fala de suspirar devido à dor profunda... Deus experimentou tristeza que Lhe feriu o coração quando olhou para a trágica devastação que o pecado produzira. A obra de Suas mãos fora distorcida e arruinada.”

Pelo estudo do contexto de Gênesis 6, no qual descreve a degeneração da raça humana antediluviana, entendemos que a melhor compreensão para o verso 6 é de que “Deus se entristeceu” e não que “... se arrependeu”. Pois a idéia de que Deus que se entristece harmoniza-se com o contexto tanto do dilúvio quanto do nascimento de Noé que, segundo o sentido de seu nome, tem a missão de “consolar” (Gen 5:28-29) a humanidade e Deus.
O conceito de Deus se arrependendo em Gênesis 6, além de contrastar-se com outros textos da bíblia, contraria a onisciência de Deus e o contexto em que o texto está inserido.
"Arrependido", não sugere que Deus mudou sua mente, porque Ele é imutável [Mal. 3:6]. Pelo contrário, isso significa que Deus estava “triste.”
Ao invés de um Deus tirano, que se “arrepende” de ter criado seres tão desobedientes, a mensagem do capítulo seis de Gênesis, é a de um Pai que está com o coração profundamente triste, pois seus filhos
SAILHAMER, John H. The pentateuch as narrative. Michigan: Zondervan Publishing House, 1992. pág. 124.
Idem
PFEIFFER, Charles F; HARRISON, Everett Falconer; KRIEVIN, Yolanda M. Comentario biblico Moody . São Paulo: Impr. Batista Regular, 1993-1995. Pág. 30
WALVOORD, John F. ; ZUCK, Roy B. ; Dallas Theological Seminary: The Bible Knowledge Commentary : An Exposition of the Scriptures. Wheaton, IL : Victor Books, 1983-c1985, S. 1:37
escolheram o caminho da morte, mas ao mesmo tempo apresenta um Deus que é consolado quando encontra um homem como Noé, “homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos.” (Gen 6:9).

“A menção da dor divina ante o estado depravado do homem é uma indicação comovedora de que Deus não odiou ao homem. A humanidade pecadora enche o coração divino com profunda dor e compaixão. Desperta todo o insondável oceano de simpatia em favor dos pecadores de que é capaz o amor infinito.”

COMENTARIO biblico adventista del septimo dia: la santa biblia con material exegetico y expositorio. Francis D Nichol, Victor E. Ampuero Matta, Nancy W. de Vyhmeister. California: Pacific Press Publishing Association, 1981.

25/04/2010

ADVENTISTAS: SEITA HÉRETICA OU AUTÊNTICA RELIGIÃO CRISTÃ TRANSMITINDO AS BOAS NOVAS DEIXADA PELOS APÓSTOLOS AOS SEUS SUCESSORES.

O que é uma seita?
O Dicionário Aurélio define “seita” dizendo : “Doutrina ou sistema que diverge da opinião geral e é seguida por muitos...”

Encontramos na Bíblia Apologética algumas definições da palavra seita, segundo alguns apologistas bem conhecido no meio cristão atual.

Qual o significado da palavra seita na opinião deles?

1ª "Um grupo de indivíduos reunidos em torno de uma interpretação errônea da Bíblia, feita por uma ou mais pessoas" – Dr. Walter Martin.

2ª "É uma perversão, uma distorção do Cristianismo bíblico e/ou a rejeição dos ensinos históricos da Igreja cristã" – Josh McDoweell e Don Stewart.

3ª "Qualquer religião tida por heterodoxa ou mesmo espúria" – J.K. Van Baalen.

4º "Uma seita é alguma perversão religiosa. É a crença e a prática, dentro do mundo religioso, que requer a devoção das pessoas a algum ponto de vista religioso ou para algum líder, estribados em alguma doutrina falsa. Uma seita é uma heresia organizada." – Dave Breese.

Veremos a palavra “seita” no texto Bíblico juntamente com a palavra Heresia:
Ambas derivam da palavra grega háiresis, que significa escolha, partido tomado, corrente de pensamento, divisão, escola etc. A palavra heresia é adaptação de háiresis. Quando passada para o latim, háiresis virou secta. Foi do latim que veio a palavra seita. Originalmente, a palavra não tinha sentido pejorativo. Quando o Cristianismo foi chamado de seita (At 24.5 “Temos achado que este homem é uma peste, e promotor de sedições entre todos os judeus, por todo o mundo; e o principal defensor da seita dos nazarenos”;), não foi em sentido depreciativo. Os lideres judaicos viam os cristãos como mais um grupo, uma facção dentro do Judaísmo. Com o tempo, háiresis também assumiu conotação negativa, como em 1 Co 11.19 “E até importa que haja entre vós HERESIAS, para que os que são sinceros se manifestem entre vós”.; Gl 5.19,20 Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, HERESIAS.
Em termos teológicos, podemos dizer que seita refere-se a um grupo de pessoas e que heresia indica as doutrinas antibíblicas defendidas pelo grupo. Baseando-se nessa explicação, podemos dizer que um cristão imaturo pode estar ensinando alguma heresia,sem, contudo, fazer parte de uma seita.

Até aqui foi definido de maneira clara o que de fato é, e pode ser uma seita, mas porque Os “especialistas em apologética,” que usam de forma indiscriminada esta palavra para ofender o adventismo, sabem sobre os Adventista do Setimo Dia e sua historia no decorrer dos anos? como ter certeza que os Adventistas do sétimo dia não são uma seita ?
É uma pena que a maioria que escrevem sobre o adventismo na verdade não é um apologeta estudioso da palavra de Deus e tão pouco beberam em fontes seguras e primárias. Por primárias, eu entendo como sendo os livros: Nisto Cremos, Portadores de Luz, Questões Sobre Doutrina entre outros que você pode encontrar na casa publicadora ou na imprensa universitária unaspress.

Poucos Teve a Coragem de fazer como o Dr Walter Martin fundador do Christian Research Institute:
Em 1954, o Dr. Donald Grey Barnhouse, editor da revista Eternity, deu a Walter Martin a missão de escrever um livro sobre os Adventistas do Sétimo Dia. Barnhouse era um inimigo do adventismo, e, juntamente com Martin, foram entrevistar líderes adventistas sobre as crenças defendidas pela denominação.
Depois das reuniões que ele e Walter Martin tiveram com a liderança adventista em 1955 e 1956, foi publicado o livro Seventh-Day Adventists Answer Questions on Doctrine (Questões Sobre Doutrina, em português) onde vários mitos sobre os observadores do Sábado foram liquidados.
O livro surpreendeu aqueles líderes protestantes que, antes, consideram o adventismo uma seita herética. Barnhouse e Martin fizeram uso de um importante princípio jornalístico: ir a fontes primárias e fazer o cruzamento de informações (contrárias e a favor) antes de tirar conclusões sobre um fato (algo que os apologistas modernos não fazem…).
Diz Dr Walter Martin e o Dr Donald Grey Barnhouse “Como resultado de nossos estudos do adventismo do sétimo dia, Walter Martin e eu chegamos à conclusão de que os adventistas do sétimo dia são um grupo verdadeiramente cristão, em vez de uma seita anticristã. Quando publicamos nossa conclusão na revista Eternity (setembro de 1956), fomos recebidos com uma tempestade de protestos por pessoas que não tiveram a nossa oportunidade de considerar as evidências.
“Seja compreendido que fizemos apenas uma reivindicação; isto é, que aqueles adventistas do sétimo dia que seguem ao Senhor de maneira idêntica à de seus líderes que interpretaram para nós a posição doutrinária de sua igreja devem ser considerados verdadeiros membros do corpo de Cristo” – Donald Grey Barnhouse, “Foreword”, em Walter R. Martin, The Truth About Seventh-day Adventism. Grand Rapidis: Zondervan.1960, p. 7. Citado em Questões Sobre Doutrina. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009, p.20.
Os dois apologistas não tiveram medo dos protestos daqueles que não sabiam a verdade sobre os adventistas. Não se intimidaram pela opinião de quem não foi a fontes primárias, mas que aprendeu de terceiros, como se não tivessem capacidade de pensar por si mesmos. ( Blog na mira da Verdade )

Existem algumas distorções que alguns apologistas pregam por ai sobre algumas crenças fundamentais do cristianismo que os Adventista são acusados de não seguir, vamos desmistificar uma das principais e no blog será postado centenas com outros artigos.
veja uma alegação por parte de muitos sites e blod que vejo por ai:
“Os Adventistas acredita que a salvação, depende da obediência à lei do Antigo Testamento, sendo assim, então a graça de Deus não faz sentido no novo testamento.”
Neste ponto concordo plenamente com os opositores, mas pergunto: onde esta escrito em nossa literatura uma heresia destas? Veja o que acreditamos sobre a Salvação:
Os adventistas não crêem em salvação pelas obras da lei. Vamos colocar as coisas nos devidos lugares.

A Igreja Adventista crê na salvação pela graça por meio da fé em Cristo (Efésios 2:8). Entende também que sendo perdoada e justificada por Cristo (Romanos 5:1) a pessoa agora guarda pela fé, os mandamentos de Deus. Pois fé sem obras é morta (Tiago 2:17).

A grande dificuldade de alguns é entender a verdadeira função da lei moral de Deus na vida do cristão.

Eles ficam confusos quando lêem Paulo: “ Ninguém será justificado diante dele por obras da lei...” (Romanos 3:20) e logo a seguir “a lei é santa e o mandamento, santo e justo e bom.” (Romanos 7:12).

Afinal Paulo era contra ou a favor da lei? Um estudo isento de preconceitos e dentro de princípios hermenêuticos mostrará que Paulo era contra o mau uso da lei de Deus. Na sua época pessoas achavam que cumprindo os preceitos seriam salvos e deixavam Jesus de lado. Para Paulo a lei mostra o pecado (Romanos 3:20), e como um aio (um ajudador) conduz o pecador a Cristo (Gálatas 3:24) a fim de este ser justificado pela fé.

Desta forma o apóstolo não descartou a lei, mas colocou-a no seu devido lugar: mostrar o pecado.

Todavia, o problema está com os que param por ai e dizem: Paulo nos desobriga de guardar a lei...
Ledo engano. O mesmo escritor sagrado diz que os “simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados” (Romanos 2:20).

Estaria ele (Paulo) pregando salvação pela lei? De forma alguma. Ele apenas está dizendo que os que guardam a lei o fazem depois de terem uma experiência de salvação com Jesus Cristo e sua graça.

Portanto,, para os adventistas guardar a lei não é um meio de salvação, mas uma conseqüência de salvação.

Alguns parecem dizer que estar salvo em Cristo é o mesmo que desobedecer a lei. Isto é um absurdo que nem os oponentes gratuítos do adventismo aceitariam.

Teimam em distorcer este assunto. Talvez por medo de seus fiéis compreenderem esta verdade bíblica e eles perderem suas gratificantes funções de “intérpretes da lei.” Os escribas modernos usam do Velho Testamento só o que lhes interessa. Quando o assunto é dízimo logo eles correm para Levíticos, Deuteronômio e Malaquias. Mas quando se fala em sábado dizem que ele foi abolido...
Pr.Moisés Mattos ( http://www.advir.com.br/sermoes/carta_reposta.htm )

A Igreja Adventista e uma AUTÊNTICA RELIGIÃO CRISTÃ DANDO CONTINUIDADE DAS BOAS NOVAS PREGADA PELOS APÓSTOLOS AOS SEUS SUCESSORES.
Veja um resumo da Doutina Adventista do Sétimo dia e Veja como ela tem firmamento unicamente Bíblico e deve ser respeitada como corpo de Cristo, com a missão de pregar o Evangelho a toda nação para que então cumpra a vontade do Pai, O fim...
As 28 Doutrinas Fundamentais da Igreja Adventista são basicamente suas crenças para sua estruturação como instituição religiosa. Contudo, os adventistas do sétimo dia (IASD) aceitam a Bíblia como seu único credo, por isso são baseadas exclusiva e unicamente na Bíblia. Baseados nela, foram instituídas as Crenças Fundamentais dos Adventistas do Sétimo Dia.
Essas doutrinas são divididas em seis blocos: doutrina de Deus, doutrina do Homem, doutrina da Salvação, doutrina da Igreja, doutrina da Vida Cristã e doutrina dos Últimos Eventos. Todas elas são apresentadas em textos bíblicos.

A questão do adventismo ser ou não uma seita não preocupa os cristãos fiéis desta Igreja chamada para cumprir o que já foi profetizado no livro de apocalipse 14: 6-7 pelo o aposto João “E vi outro anjo voar pelo meio do céu, ( Você já assistiu algum Programa da TV novo Tempo? Sabe como ele e Transmitido, Pois é, Pelos sinais do Satélite no meio do Céu. "um detalhe não uma crença" ) e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo. Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Adorai a quem? Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. E havendo acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera. Gn 2:2-3 . Mas o sábado não foi feito para o Judeu? Não. Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou. Êxodo 20:11

Nem sempre a palavra seita tem uma conotação ruim ou desastrosa. Os “especialistas em apologética” que usam de forma indiscriminada esta palavra para ofender o adventismo certamente estudaram a história do cristianismo.

Em seus primórdios a igreja cristã nada mais era do que uma seita rejeitada do judaísmo. Nem por isso o cristianismo deixou de ser a fé verdadeira.

Se continuarmos a pesquisa veremos que o mesmo ocorreu com a reforma protestante do século 16. Lutero, Calvino e outros eram considerados uma “seita do diabo” por aqueles que detinham as “chaves do céu e do inferno”: a igreja oficial.

Apesar de os adventistas se considerarem cristãos por crerem nas doutrinas essenciais do cristianismo, eles empunham a bandeira de doutrinas que tem sido esquecidos pelos chamados cristãos evangélicos em nossos dias.
Pr.Moisés Mattos ( http://www.advir.com.br/sermoes/carta_reposta.htm )

Você já leu logo acima que Walter Martin, conhecido autor batista do livro The Kingdon of the Cults, depois de uma exaustiva pesquisa sobre doutrinas adventistas concluiu que embora a igreja tenha doutrinas distintivas, ela ainda pode ser cristã por proclamar verdades básicas do cristianismo.
Então antes de afirmar que a igreja Adventista do Sétimo dia é Uma seita sugiro cautela pois você pode esta mais por fora do que tampa de Panela.

Para mais informações sobre as doutrinas Adventista do Sétimo dia solicite por e-mail. renatovcf@gmail.com que Deus o Abençoe.

18/04/2010

Ateismo ou Teismo

Se você perguntar para o Dr. Norman L. Geisler considerado por alguns como um dos principais apologista protestante da atualidade se ele tem fé suficiente para ser ateu, ele dirá que não, de fato ele afirma não ter fé suficiente para ser Ateu, e defende ser (Teista/monoteista/cristão) e mostra ser grande estudioso contribuindo de maneira séria em alguns pontos da Teologia Bíblica. Do lado oposto do Teismo está um dos maiores intelectuais conhecidos no mundo: Richard Dawkins conhecido principalmente pela sua visão evolucionista centrada no gene, exposta em seu livro O Gene Egoísta, publicado em 1976.
E verdade que no mundo em que vivemos, devemos admitir. Não a um caminho único para todos seguirem, o homem após o pecado sofreu a conseqüência de afastar de seu Criador, com isso podemos admitir que o conceito do Homem foi afetado e ouve mudanças drásticas no saber no conhecer e no pensar , quando mais afastado de Deus mais a conseqüência do pecado faz o homem perder o foco de sua criação. O homem atual só pode reverter seu quadro quando este si ancorar na historicidade da Bíblia, a única consulta confiável e segura para conhecer com maior zelo o criador do universo e sua criação.
Vemos de Alunos a Doutores cada qual defendendo seu ponto de vista e muitas vezes são levadas prematuramente a fazer escolhas que tardiamente para alguns foi um esperdício de tempo, Antony Flew que durante mais de cinqüenta anos de sua vida negou a existência de Deus, como também a de uma vida após a morte. Há pouco tempo mudou toda sua crença de Ateita para Deista. Nunca é tarde para encontrar o Deus Eterno e ter uma vida transformada. Se pessoas centrar seus estudos na Busca de Deus a de Encontrá-lo, mas se buscar fugir da presença de Deus como no passado sem dúvida que este perderá o caminho.
E você o que diria se lhe perguntasse sobre o que você acredita. Você tem fé suficiente para ser ateu? Ou você não tem Fé e desconhece o Termo? Você tem Fé suficiente para ser um cristão, ou é um cristão por conveniência ? Se você tem fé suficiente para ser um verdadeiro cristão, parabéns este artigo só irá confirmar sua conduta cristã. Mas se você duvida da existência de Deus, mas não tem conhecimento suficiente para provar sua teoria chegou à hora de conhecer o Ateísmo e o Teismo segunda as Escrituras sagradas e alguns colaboradores para o assunto.

Ateísmo: Definição
Etimologia: O vocábulo ateu é formado pelo prefixo grego de negação a (“não”, “provação”, “negação”) e pelo substantivo theos, isto é, “deus” ou “Deus”. Literalmente, atheos significa “sem Deus”. A palavra “ateísmo”, no entanto, é formada pelos dois termos anteriores e o sufixo “ismo” que denota “doutrina”, “sistema”, ou “ensino”. O ateu é aquele que não crê em Deus, enquanto o ateísmo designa a filosofia ou os ensinos dos ateus.
Novo Testamento: O termo aparece uma única vez no grego neotestamentário em Efésios 2.12: “que naquele tempo, estáveis sem Cristo [khōris Christou], separados da comunidade de Israel e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança e sem Deus [ắtheoi] no mundo”. (grifo nosso).
O termo grego ắtheoi, neste contexto, tem o sentido de “não pertencente a Deus”, “sem Deus”, em vez do significado corrente de negar racionalmente a existência de Deus, como o fazem os filósofos ateus. O tipo de ateísmo que este termo descreve é o denominado “ateísmo prático”, ou seja, aquele que vive como se Deus não existisse ou que a divindade não tem qualquer significado para ele, quer exista quer não. Neste sentido, pode até mesmo ser uma pessoa teísta, mas que não conhece o verdadeiro Deus: “Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele” (1 Co 8.5,6). Observe que ắtheoi no texto de Efésios, não pretende afirmar que a pessoa não crê em alguma divindade, mas que ignora a existência do Deus de Israel. É assim que devemos entender o advérbio de negação khōris, traduzido em diversas passagens por “separadamente”; “à parte de alguém”; “longe de alguém”. Literalmente a expressão khōris Christou, quer dizer “longe de Cristo”, “afastado de Cristo” e não antichristo, isto é, “contrário ou oposto a Cristo”.
O texto de Coríntios não deixa de ser menos revelador. Paulo reconhece que as nações pagãs possuem suas divindades nacionais, entretanto, há um só Deus. Veja que estas não são culpadas de ateísmo, mas politeísmo, por não crerem no único Deus verdadeiro. A própria expressão theoi polloi, isto é, “muitos deuses” formam a palavra “politeísmo” [polli-teos] (cf. 1 Co 8.5). Portanto, à luz de Efésios 2.12, “sem Deus”, ắtheoi, quer dizer “sem o verdadeiro Deus de Israel”.
Portanto, do ponto de vista histórico, o ateísmo em certas circunstâncias corresponde à rejeição de deuses privados ou de uma divindade em especial. É assim, por exemplo, que devemos entender a acusação de ateísmo contra Anaxágora e Sócrates. O primeiro condenado de ateísmo por afirmar que o sol era maior que o Peloponeso e, o segundo, por "corromper" os jovens e negligenciar os deuses durante uma cerimônia de adoração. Até mesmo os cristãos foram considerados ateus no Império Romano. No século II, Justino fez referência à acusação de ateísmo contra os cristãos. Em sua Primeira Apologia escrevera a respeito da turba colérica que gritava contra os cristãos “Morte aos ateus, morte aos sem-Deus”. Em resposta, o apologista sentenciou: “Somos ateus de todos os pretensos deuses”. Estas manifestações são consideradas como “pseudo-ateísmo”, uma vez que os envolvidos criam em alguma divindade, mas rejeitavam a forma grotesca, antropomórfica e pagã de certos cultos e religiões.
Antigo Testamento: Não há no Antigo Testamento um termo hebraico próprio para expressar o conceito de ateu à semelhança do grego neotestamentário. Em Salmos 14.1, o nābāl, isto é, “o louco”, “insensato” ou “ateu” é aquele que vive como se Deus não existisse (cf. Sl 53.1). Este é o louco que blasfema contra o Senhor (Sl 74.18). O povo de Israel também é definido como ‘am nābāl, isto é, “povo insensato ou ateu” em razão de não reconhecer os grandes benefícios proporcionados pelo Senhor Deus de Israel (Dt 32.6). Nestas referências, o termo hebraico nābāl designa, provavelmente, não alguém que está sinceramente convicto de que Deus não existe, mas que está mal orientado quanto à existência de Deus. O texto da Septuaginta – tradução grega do texto hebraico – verte o termo hebraico citado por ăphrōn, ou seja, “tolo”, “ignorante”. A expressão Oủk ĕstin Theos, isto é, “Não há Deus” denuncia o estado de completa ignorância e tolice de quem assim pensa e vive.
O ateísmo tanto prático quanto teórico é, segundo as Escrituras, a principal causa da corrupção e degeneração do homem (Sl 14; 53; Rm 1.18-32). O insensato que vive como se Deus não existisse ou que O confunde com a criação, possui um “coração insensato” (Rm 1.21). No original a expressão “coração insensato” (ăsynetos kardia), literalmente é “sem entendimento de coração”. Se considerarmos o termo kardia de acordo com idiomatismo hebraico, podemos afirmar que o ateu ou insensato é “aquele que vive sem o conhecimento de Deus”. E, pelo que se depreende de uma leitura atenciosa de Romanos 1.18-32, o ateu ou ignorante é aquele que não conhece o Deus único e verdadeiro.
O ateísmo é a doutrina filosófica que admite a não existência de Deus. Segundo o ateísta, não há qualquer prova relativa à realidade de Deus, pois as evidências pressupõem a não existência de qualquer divindade. Com o advento do racionalismo, os filósofos e humanistas seculares passaram a considerar o conhecimento religioso como uma espécie de conhecimento mítico, necessário à humanidade enquanto esta ainda estava em sua gênese. De acordo com a epistemologia, o conhecimento religioso cumpria uma função teleológica, isto é, das causas e dos fins. Como o homem primitivo não sabia explicar as causas dos fenômenos físicos, atribuía a essas manifestações da natureza causas metafísicas ou divinas. No entanto, com a ascensão da ciência e do conhecimento não há qualquer necessidade de Deus ou de divindades para explicar os fenômenos físicos ou a existência do universo.
Todavia, nesse princípio argumentativo há muito preconceito em relação ao que é ou não científico. Se entendermos como pré-científico todo o conhecimento anterior à ciência moderna, onde fica a matemática, a lógica, a filosofia? Deixaram de ser ciência com o advento da modernidade? Se pré-científico deve ser entendido como anticientífico, isto é, como mito ou mágica, é muito mais provável que a ciência tenha sua gênese nessas manifestações religiosas do que o cristianismo. Se o “poder místico ou mágico” se refere à manipular as forças da natureza por meio de fórmulas, rituais, plantas e palavras, isto não seria uma pré-manifestação do tecnicismo, por meio do qual tudo se transforma? Não se pode argumentar que o cristianismo compactua com a magia, uma vez que a tradição cristã sempre se opôs a esse tipo de religiosidade. No entanto, o cristianismo não apenas admite como também ensina a intervenção divina nas forças naturais do universo. Mas não se trata de manipulação por palavras mágicas, mas da ação soberana da vontade de Deus. Os cristãos também ensinam que toda a criação foi criada por Deus com um propósito específico; que Deus Criou e estabeleceu as leis físicas que os próprios cientistas investigam.
Como teoria do conhecimento, o ateísmo distingue-se do ceticismo, do agnosticismo e do teísmo.
Vejamos:

O Cético: Duvido que Deus existe. Não tem certeza .
O Agnóstico: Não é possível saber se Deus existe. Não é possível saber .
O Ateu: Deus não existe. Está convicto.
O Teísta: Deus existe. Está convicto.

O Ateísmo e a Filosofia
A filosofia é uma das mais extraordinárias manifestações do conhecimento e da razão humana. No entanto, por várias vezes, recusou-se a admitir o verdadeiro conhecimento. Não há sabedoria e amor ao conhecimento quando se nega a existência de Deus. Célebres filósofos se equivocaram ao afirmar a não existência de Deus. Entre esses destacamos.
F. Nietzsche: Afirmou categoricamente que os deuses estão se decompondo e que Deus está morto.
Karl Marx: Escreveu que possuía ódio a todos os deuses e, que a religião é o ópio do povo.
J. Paul Sartre: Sentenciou que se Deus existe, o homem é um nada; se o homem existe, Deus não existe.
Albert Camus: Consolidou o conceito de Nietzsche de que Deus está morto, e que o filósofo não matou a Deus, mas o encontrou morto em seus contemporâneos.
Características do Ateísmo Moderno
O ateísmo moderno possui como principais características:
Anticristão: Não se opõe apenas as religiões, mas procura combater severamente o cristianismo. Para eles o Deus cristão é fraco e obsoleto.
Preconceituoso:Para o ateu moderno os cristãos são pessoas incultas, fracas e omissas aos problemas políticos e sociais.
Antidogmático: Rejeitam qualquer dogmatismo religioso. Não aceitam as doutrinas e valores cristãos. Considerando-os desnecessários e anacrônicos ao homem moderno.
Partidários: Muitos opositores do cristianismo e da moral cristã são partidários de grupos marxistas que ainda consideram o cristianismo como atraso à civilização em constante progresso.
Se formos refutar toda teoria ateísta que já existe em nosso tempo este artigo seria imensamente pequeno mas vou apresentar aqui um breve estudo sobre porque ser Teista...

05/04/2010

LIVRE ARBÍTRIO OU PREDESTINAÇÃO

Ao ler este estudo, prepare-se para algumas supressas interessantes e respostas diretas. A leitura deste assunto poderá ser inquietante se você não estiver disposto a desafiar uma crença não muito popular em nossos dias: a predestinação da ordem calvinista.
A predestinação compreendida em seu sentido positivo e bíblico é algo sublime, e confortadora para cada cristão, mas em seu sentido negativo, antibíblico, calvinista pode levar ao fracasso na carreira cristã.

Passagens bíblicas que falam de predestinação nos afirmam que Em Cristo todos são predestinados para a salvação, e que em Adão todos são predestinados para a perdição. Basta você lê em S. João 1:12 e I Cor. 15:22.

Esses não são os únicos textos que esclarecem o assunto, veremos no estudo a seguir tantos outros que não deixam dúvida alguma para quem tem as Escrituras Sagradas como sua única regra de Fé.

Livre Arbítrio ou predestinação? Este estudo trata-se também de dois caminhos, e devemos admitir:
É impossível trilhar ao mesmo tempo por dois caminhos opostos, sendo assim ou você aceita a predestinação de Calvino e torça para estar na “lista dos salvos ” predestinado por um deus que não é Bíblico, pois é um formato sem lógica e coerência no contexto geral da Palavra de Deus ou você exerça o seu livre arbítrio hoje e aceite pela graça de cristo alcançar a Salvação mediante a fé em Jesus, como descreve Efesios 2:8-9 sabendo que Deus “deseja que todos os homens sejam salvos e chegue ao pleno conhecimento da verdade” I Tim 2:4

Reservei mais alguns textos lindos da Graça de Cristo pra Você no estudo a seguir, talvez você possa ser tocado hoje e receber a verdadeira salvação somente em cristo Jesus.
Meu apelo: não quer você hoje receber de graça a Água da vida que é Jesus, quem quer receba de graça diz Ap 22:17.

Não deixe que as tradições de sua igreja seja mais importantes para você do que a verdade da palavra de Deus.

Muitas Pessoas sinceras , assim como você, estão redescobrindo, algumas verdades acerca desta falsa doutrina de que Deus Predestina alguns para salvação e outros para perdição .
Convido a você a conhecer outros artigos publicado neste blog que também de maneira reta e direta não esconde a verdade.
Que Deus o abençoe no estudo mais detalhado que iremos fazer logo a seguir

Continua...
Aguarde até o fim do mês de abril 2010 estará publicado todo o material deste estudo

04/04/2010

SÁBADO OU DOMINGO

Ao ler este estudo, prepare-se para algumas supressas interessantes e respostas diretas. A leitura deste assunto poderá ser inquietante se você não estiver disposto a desafiar crenças populares ou se as tradições da igreja que você freqüenta forem mais importantes para você do que a verdade da palavra de Deus.
Milhões de Pessoas, assim como você, estão redescobrindo a verdade acerca de um verdadeiro dia de guarda.
Muitos estudos exaustivo em nosso tempo já foram realizados sobre o verdadeiro dia de descanso, que esta entre o Sábado e o Domingo, resta saber: ainda é necessário ”bater na mesma tecla” e voltar a falar do mesmo assunto; a resposta é sim, por mais que o assunto se esclareça pra alguns, si torna prolixo (Confuso) para outros. A forma que você vera logo a baixo e uma maneira simples de compreender o verdadeiro dia de gurda.
Somente pelos critérios Bíblicos podemos chegar a uma conclusão Decisiva sem cair em Contradição e falsas insinuações ,como muitos fazem por ai. Nos dias atuais é necessário que se façam um estudo aprofundado da palavra de Deus que contemplem avaliações Seguras para não perder o foco do evangelho que é a salvação em Cristo Jesus.
O Sábado é interpretado e observado de maneira errada desde os tempos de Cristo o qual nos ensinou a maneira correta como se deve guardar o sábado. O que vemos na história sobre o sábado é uma interpretação descontextualizada até os nossos dias.
Temos um dia separado para o descanso e adoração a Deus e não a dúvida que: A maioria CAMINHA pela observância do Domingo e uma minoria CAMINHA pela observância do Sábado.
Sábado, do hebraico shabbath, Significa Descanso,
Domingo vem da palavra latim dies Dominicus, que significa "dia do Senhor".
O Sabado teve origem na Criação Gn 2:7 o domingo é mais provável que tenha surgido, na Igreja de Roma, Embora , temos vários estudos histórico sobre a origem do domingo e estes nos ajudam a compreender melhor sua pratica, que não é de origem apostólica. E nem tão pouco as Escrituras oferecem uma fonte segura para sua adoração.

O sábado é um dos temas mais relevantes e significativos das Escrituras. Ele Lembra e enaltece a ação criadora e redentora de Deus. Mas lamentavelmente a Observância dessa instituição foi sendo ofuscada pela aceitação de ensinos não Bíblicos. No período intertestamentário, os mestres do judaísmo revestiram o sábado de uma forte ênfase Legalista. Por sua vez, o cristianismo pós-apostólico não mediu esforços para se distanciar dessa instituição divina, Buscando transferir a santidade do sábado para o domingo. Confira o cumprimento desta profecia no livro de Daniel 7:25
Na criação, a origem do sábado está diretamente relacionada à obra de Deus como Criador de todas as coisas. Em Gn 2:2-3 esclarece a instituição do sábado para os seres humanos como mencionado em Mc 2:27, em Gênesis mostra Deus descansando de sua obra, mas aqui vem pergunta Deus si cansa? ( De maneira nenhuma, ele descansou para dar exemplo) mas veja também que ele descansou, abençoou e santificou o dia de Sabado . Esse tríplice ato divino sem dúvida nunca poderia ter sido quebrado na história, e de acordo com o quarto mandamento do Decálogo, escrito em tabuas de pedras pelo próprio dedo de Deus deve ser observado “porque em seis dias fez” o Senhor os Céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia descansou; POR ISSO, O Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou Ex 20:11 até aqui fizemos um breve estudo do sábado na criação, agora vamos ver o sábado na redenção.
Durante seu ministério terrestre, Jesus não apenas freqüentava a sinagoga no dia de sábado como descreve Lc 4:16, mas também, procurou restaurar o verdadeiro siginificado do sábado como expressão da graça redentora de Deus firmando ser “ lícito, nos sábados faz o bem” Mat 12:12, Se o Próprio Jesus disse ser Licito fazer bem aos dias de sábado porque, ele não disse : “ não precisa guardar o sábado o sábado foi abolido”. Sem dúvida por que devemos continuar guardar o sábado mas não como os Judeus legalistas!. E sim como nos ensinou Jesus.
Você já pensou alguma vez porque Jesus não ressuscitou no sábado. Compare o descanso de Cristo na obra da criação com o descanso na obra da redenção. Podemos querer justificar a observância do domingo pela Ressurreição de cristo no primeiro dia da semana. Infelizmente não a argumentos convincentes porque não tem registro Bíblico para esta mudança, que pra Deus seria desnecessário porque ele Próprio disse “eu sou o senhor e Não Mudo”. mas temos um registro inequívoco mesmo após a morte de cristo sobre a guarda do Sábado quando lemos Lc 23:56 no que diz “...no sábado, descansaram conforme o mandamento” .
Portanto caro Irmão, o conflito entre o sábado e o domingo é, em ultima instância uma disputa entre a autoridade de Deus e as pretensões humanas não deixe se enganar, mas me envie suas duvidas terei o prazer em respondê-las.

26/03/2010

PORQUE DOIS CAMINHOS?

A verdade solene que nos é apresentada unicamente aceita e irrefutável na vida do cristão, é a Palavra de Deus, os que se submetem ao seu ensino à de conhecer somente dois caminhos, a verdade ou a mentira. O mundo pode pensar que há três ou mais caminhos que levam ao Deus Eterno; mas a Bíblia reconhece apenas um, por meio de Jesus, o Cristo. Como é sério o pensamento de que não é o destino que determina para onde iremos, e sim uma decisão pessoal.
Aceitar qual caminho seguir, é uma questão de consciência, liberdade e escolha.
Jesus em uma de suas pregações disse:
Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, poucos há que a encontrem.
Mateus 7:13-14
Meu propósito ao publicar artigos apologéticos no blog, portanto é compartilhar com outros um pouco da rica recompensa que eu, pessoalmente colhi do estudo minucioso na palavra de Deus.
O Blog Dois Caminhos mostra evidencias bíblicas da Verdade e do engano seguindo o conselho da Inspiração no que diz:
"...exortando-vos a batalhar pela Fé, que uma vez foi dada aos Santos." (Jd 3)
Se você é convencido de que vive em um tempo em que alcançou a liberdade religiosa porque não é perseguido por nenhuma inquisição, você caiu no maior engano da História, O Maior inimigo de Deus, ainda continua operando para enganar si possível os escolhido. Não podendo acabar com os defensores da fé por meio da perseguição, passou a confundir o Homem pelos meios espirituais.
A Bíblia Sagrada foi espalhada ao mundo todo no tempo da grande reforma, chegando a ser o Livro mais Vendido, o mais lido, o mais reverenciado porem o mais controvertido e mal interpretado até os nossos dias de hoje. Esta última é uma prova que o inimigo de Deus fará de todos os esforços para disseminar o erro a mentira e falsa doutrina de Cristo. Não tenha medo e nem preconceito se a verdadeira liberdade bater a porta do seu coração e Disser “ E conhecereis a Verdade e a Verdade Vos Libertará.” João 14:16 Jesus mostra a liberdade por meio da verdade e vós chama para conhecer o caminho a verdade e a Vida João 8:16
O Nosso próximo artigo estréia falando sobre "Dois Caminhos" O sábado ou domingo? Você não pode perder este assunto.
Que Deus Lhe Abençoe nos estudos e na sua vida de uma maneira em Geral.