O que é uma seita?
O Dicionário Aurélio define “seita” dizendo : “Doutrina ou sistema que diverge da opinião geral e é seguida por muitos...”
Encontramos na Bíblia Apologética algumas definições da palavra seita, segundo alguns apologistas bem conhecido no meio cristão atual.
Qual o significado da palavra seita na opinião deles?
1ª "Um grupo de indivíduos reunidos em torno de uma interpretação errônea da Bíblia, feita por uma ou mais pessoas" – Dr. Walter Martin.
2ª "É uma perversão, uma distorção do Cristianismo bíblico e/ou a rejeição dos ensinos históricos da Igreja cristã" – Josh McDoweell e Don Stewart.
3ª "Qualquer religião tida por heterodoxa ou mesmo espúria" – J.K. Van Baalen.
4º "Uma seita é alguma perversão religiosa. É a crença e a prática, dentro do mundo religioso, que requer a devoção das pessoas a algum ponto de vista religioso ou para algum líder, estribados em alguma doutrina falsa. Uma seita é uma heresia organizada." – Dave Breese.
Veremos a palavra “seita” no texto Bíblico juntamente com a palavra Heresia:
Ambas derivam da palavra grega háiresis, que significa escolha, partido tomado, corrente de pensamento, divisão, escola etc. A palavra heresia é adaptação de háiresis. Quando passada para o latim, háiresis virou secta. Foi do latim que veio a palavra seita. Originalmente, a palavra não tinha sentido pejorativo. Quando o Cristianismo foi chamado de seita (At 24.5 “Temos achado que este homem é uma peste, e promotor de sedições entre todos os judeus, por todo o mundo; e o principal defensor da seita dos nazarenos”;), não foi em sentido depreciativo. Os lideres judaicos viam os cristãos como mais um grupo, uma facção dentro do Judaísmo. Com o tempo, háiresis também assumiu conotação negativa, como em 1 Co 11.19 “E até importa que haja entre vós HERESIAS, para que os que são sinceros se manifestem entre vós”.; Gl 5.19,20 Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, HERESIAS.
Em termos teológicos, podemos dizer que seita refere-se a um grupo de pessoas e que heresia indica as doutrinas antibíblicas defendidas pelo grupo. Baseando-se nessa explicação, podemos dizer que um cristão imaturo pode estar ensinando alguma heresia,sem, contudo, fazer parte de uma seita.
Até aqui foi definido de maneira clara o que de fato é, e pode ser uma seita, mas porque Os “especialistas em apologética,” que usam de forma indiscriminada esta palavra para ofender o adventismo, sabem sobre os Adventista do Setimo Dia e sua historia no decorrer dos anos? como ter certeza que os Adventistas do sétimo dia não são uma seita ?
É uma pena que a maioria que escrevem sobre o adventismo na verdade não é um apologeta estudioso da palavra de Deus e tão pouco beberam em fontes seguras e primárias. Por primárias, eu entendo como sendo os livros: Nisto Cremos, Portadores de Luz, Questões Sobre Doutrina entre outros que você pode encontrar na casa publicadora ou na imprensa universitária unaspress.
Poucos Teve a Coragem de fazer como o Dr Walter Martin fundador do Christian Research Institute:
Em 1954, o Dr. Donald Grey Barnhouse, editor da revista Eternity, deu a Walter Martin a missão de escrever um livro sobre os Adventistas do Sétimo Dia. Barnhouse era um inimigo do adventismo, e, juntamente com Martin, foram entrevistar líderes adventistas sobre as crenças defendidas pela denominação.
Depois das reuniões que ele e Walter Martin tiveram com a liderança adventista em 1955 e 1956, foi publicado o livro Seventh-Day Adventists Answer Questions on Doctrine (Questões Sobre Doutrina, em português) onde vários mitos sobre os observadores do Sábado foram liquidados.
O livro surpreendeu aqueles líderes protestantes que, antes, consideram o adventismo uma seita herética. Barnhouse e Martin fizeram uso de um importante princípio jornalístico: ir a fontes primárias e fazer o cruzamento de informações (contrárias e a favor) antes de tirar conclusões sobre um fato (algo que os apologistas modernos não fazem…).
Diz Dr Walter Martin e o Dr Donald Grey Barnhouse “Como resultado de nossos estudos do adventismo do sétimo dia, Walter Martin e eu chegamos à conclusão de que os adventistas do sétimo dia são um grupo verdadeiramente cristão, em vez de uma seita anticristã. Quando publicamos nossa conclusão na revista Eternity (setembro de 1956), fomos recebidos com uma tempestade de protestos por pessoas que não tiveram a nossa oportunidade de considerar as evidências.
“Seja compreendido que fizemos apenas uma reivindicação; isto é, que aqueles adventistas do sétimo dia que seguem ao Senhor de maneira idêntica à de seus líderes que interpretaram para nós a posição doutrinária de sua igreja devem ser considerados verdadeiros membros do corpo de Cristo” – Donald Grey Barnhouse, “Foreword”, em Walter R. Martin, The Truth About Seventh-day Adventism. Grand Rapidis: Zondervan.1960, p. 7. Citado em Questões Sobre Doutrina. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009, p.20.
Os dois apologistas não tiveram medo dos protestos daqueles que não sabiam a verdade sobre os adventistas. Não se intimidaram pela opinião de quem não foi a fontes primárias, mas que aprendeu de terceiros, como se não tivessem capacidade de pensar por si mesmos. ( Blog na mira da Verdade )
Existem algumas distorções que alguns apologistas pregam por ai sobre algumas crenças fundamentais do cristianismo que os Adventista são acusados de não seguir, vamos desmistificar uma das principais e no blog será postado centenas com outros artigos.
veja uma alegação por parte de muitos sites e blod que vejo por ai:
“Os Adventistas acredita que a salvação, depende da obediência à lei do Antigo Testamento, sendo assim, então a graça de Deus não faz sentido no novo testamento.”
Neste ponto concordo plenamente com os opositores, mas pergunto: onde esta escrito em nossa literatura uma heresia destas? Veja o que acreditamos sobre a Salvação:
Os adventistas não crêem em salvação pelas obras da lei. Vamos colocar as coisas nos devidos lugares.
A Igreja Adventista crê na salvação pela graça por meio da fé em Cristo (Efésios 2:8). Entende também que sendo perdoada e justificada por Cristo (Romanos 5:1) a pessoa agora guarda pela fé, os mandamentos de Deus. Pois fé sem obras é morta (Tiago 2:17).
A grande dificuldade de alguns é entender a verdadeira função da lei moral de Deus na vida do cristão.
Eles ficam confusos quando lêem Paulo: “ Ninguém será justificado diante dele por obras da lei...” (Romanos 3:20) e logo a seguir “a lei é santa e o mandamento, santo e justo e bom.” (Romanos 7:12).
Afinal Paulo era contra ou a favor da lei? Um estudo isento de preconceitos e dentro de princípios hermenêuticos mostrará que Paulo era contra o mau uso da lei de Deus. Na sua época pessoas achavam que cumprindo os preceitos seriam salvos e deixavam Jesus de lado. Para Paulo a lei mostra o pecado (Romanos 3:20), e como um aio (um ajudador) conduz o pecador a Cristo (Gálatas 3:24) a fim de este ser justificado pela fé.
Desta forma o apóstolo não descartou a lei, mas colocou-a no seu devido lugar: mostrar o pecado.
Todavia, o problema está com os que param por ai e dizem: Paulo nos desobriga de guardar a lei...
Ledo engano. O mesmo escritor sagrado diz que os “simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados” (Romanos 2:20).
Estaria ele (Paulo) pregando salvação pela lei? De forma alguma. Ele apenas está dizendo que os que guardam a lei o fazem depois de terem uma experiência de salvação com Jesus Cristo e sua graça.
Portanto,, para os adventistas guardar a lei não é um meio de salvação, mas uma conseqüência de salvação.
Alguns parecem dizer que estar salvo em Cristo é o mesmo que desobedecer a lei. Isto é um absurdo que nem os oponentes gratuítos do adventismo aceitariam.
Teimam em distorcer este assunto. Talvez por medo de seus fiéis compreenderem esta verdade bíblica e eles perderem suas gratificantes funções de “intérpretes da lei.” Os escribas modernos usam do Velho Testamento só o que lhes interessa. Quando o assunto é dízimo logo eles correm para Levíticos, Deuteronômio e Malaquias. Mas quando se fala em sábado dizem que ele foi abolido...
Pr.Moisés Mattos ( http://www.advir.com.br/sermoes/carta_reposta.htm )
A Igreja Adventista e uma AUTÊNTICA RELIGIÃO CRISTÃ DANDO CONTINUIDADE DAS BOAS NOVAS PREGADA PELOS APÓSTOLOS AOS SEUS SUCESSORES.
Veja um resumo da Doutina Adventista do Sétimo dia e Veja como ela tem firmamento unicamente Bíblico e deve ser respeitada como corpo de Cristo, com a missão de pregar o Evangelho a toda nação para que então cumpra a vontade do Pai, O fim...
As 28 Doutrinas Fundamentais da Igreja Adventista são basicamente suas crenças para sua estruturação como instituição religiosa. Contudo, os adventistas do sétimo dia (IASD) aceitam a Bíblia como seu único credo, por isso são baseadas exclusiva e unicamente na Bíblia. Baseados nela, foram instituídas as Crenças Fundamentais dos Adventistas do Sétimo Dia.
Essas doutrinas são divididas em seis blocos: doutrina de Deus, doutrina do Homem, doutrina da Salvação, doutrina da Igreja, doutrina da Vida Cristã e doutrina dos Últimos Eventos. Todas elas são apresentadas em textos bíblicos.
A questão do adventismo ser ou não uma seita não preocupa os cristãos fiéis desta Igreja chamada para cumprir o que já foi profetizado no livro de apocalipse 14: 6-7 pelo o aposto João “E vi outro anjo voar pelo meio do céu, ( Você já assistiu algum Programa da TV novo Tempo? Sabe como ele e Transmitido, Pois é, Pelos sinais do Satélite no meio do Céu. "um detalhe não uma crença" ) e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo. Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Adorai a quem? Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. E havendo acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera. Gn 2:2-3 . Mas o sábado não foi feito para o Judeu? Não. Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou. Êxodo 20:11
Nem sempre a palavra seita tem uma conotação ruim ou desastrosa. Os “especialistas em apologética” que usam de forma indiscriminada esta palavra para ofender o adventismo certamente estudaram a história do cristianismo.
Em seus primórdios a igreja cristã nada mais era do que uma seita rejeitada do judaísmo. Nem por isso o cristianismo deixou de ser a fé verdadeira.
Se continuarmos a pesquisa veremos que o mesmo ocorreu com a reforma protestante do século 16. Lutero, Calvino e outros eram considerados uma “seita do diabo” por aqueles que detinham as “chaves do céu e do inferno”: a igreja oficial.
Apesar de os adventistas se considerarem cristãos por crerem nas doutrinas essenciais do cristianismo, eles empunham a bandeira de doutrinas que tem sido esquecidos pelos chamados cristãos evangélicos em nossos dias.
Pr.Moisés Mattos ( http://www.advir.com.br/sermoes/carta_reposta.htm )
Você já leu logo acima que Walter Martin, conhecido autor batista do livro The Kingdon of the Cults, depois de uma exaustiva pesquisa sobre doutrinas adventistas concluiu que embora a igreja tenha doutrinas distintivas, ela ainda pode ser cristã por proclamar verdades básicas do cristianismo.
Então antes de afirmar que a igreja Adventista do Sétimo dia é Uma seita sugiro cautela pois você pode esta mais por fora do que tampa de Panela.
Para mais informações sobre as doutrinas Adventista do Sétimo dia solicite por e-mail. renatovcf@gmail.com que Deus o Abençoe.
25/04/2010
18/04/2010
Ateismo ou Teismo
Se você perguntar para o Dr. Norman L. Geisler considerado por alguns como um dos principais apologista protestante da atualidade se ele tem fé suficiente para ser ateu, ele dirá que não, de fato ele afirma não ter fé suficiente para ser Ateu, e defende ser (Teista/monoteista/cristão) e mostra ser grande estudioso contribuindo de maneira séria em alguns pontos da Teologia Bíblica. Do lado oposto do Teismo está um dos maiores intelectuais conhecidos no mundo: Richard Dawkins conhecido principalmente pela sua visão evolucionista centrada no gene, exposta em seu livro O Gene Egoísta, publicado em 1976.
E verdade que no mundo em que vivemos, devemos admitir. Não a um caminho único para todos seguirem, o homem após o pecado sofreu a conseqüência de afastar de seu Criador, com isso podemos admitir que o conceito do Homem foi afetado e ouve mudanças drásticas no saber no conhecer e no pensar , quando mais afastado de Deus mais a conseqüência do pecado faz o homem perder o foco de sua criação. O homem atual só pode reverter seu quadro quando este si ancorar na historicidade da Bíblia, a única consulta confiável e segura para conhecer com maior zelo o criador do universo e sua criação.
Vemos de Alunos a Doutores cada qual defendendo seu ponto de vista e muitas vezes são levadas prematuramente a fazer escolhas que tardiamente para alguns foi um esperdício de tempo, Antony Flew que durante mais de cinqüenta anos de sua vida negou a existência de Deus, como também a de uma vida após a morte. Há pouco tempo mudou toda sua crença de Ateita para Deista. Nunca é tarde para encontrar o Deus Eterno e ter uma vida transformada. Se pessoas centrar seus estudos na Busca de Deus a de Encontrá-lo, mas se buscar fugir da presença de Deus como no passado sem dúvida que este perderá o caminho.
E você o que diria se lhe perguntasse sobre o que você acredita. Você tem fé suficiente para ser ateu? Ou você não tem Fé e desconhece o Termo? Você tem Fé suficiente para ser um cristão, ou é um cristão por conveniência ? Se você tem fé suficiente para ser um verdadeiro cristão, parabéns este artigo só irá confirmar sua conduta cristã. Mas se você duvida da existência de Deus, mas não tem conhecimento suficiente para provar sua teoria chegou à hora de conhecer o Ateísmo e o Teismo segunda as Escrituras sagradas e alguns colaboradores para o assunto.
Ateísmo: Definição
Etimologia: O vocábulo ateu é formado pelo prefixo grego de negação a (“não”, “provação”, “negação”) e pelo substantivo theos, isto é, “deus” ou “Deus”. Literalmente, atheos significa “sem Deus”. A palavra “ateísmo”, no entanto, é formada pelos dois termos anteriores e o sufixo “ismo” que denota “doutrina”, “sistema”, ou “ensino”. O ateu é aquele que não crê em Deus, enquanto o ateísmo designa a filosofia ou os ensinos dos ateus.
Novo Testamento: O termo aparece uma única vez no grego neotestamentário em Efésios 2.12: “que naquele tempo, estáveis sem Cristo [khōris Christou], separados da comunidade de Israel e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança e sem Deus [ắtheoi] no mundo”. (grifo nosso).
O termo grego ắtheoi, neste contexto, tem o sentido de “não pertencente a Deus”, “sem Deus”, em vez do significado corrente de negar racionalmente a existência de Deus, como o fazem os filósofos ateus. O tipo de ateísmo que este termo descreve é o denominado “ateísmo prático”, ou seja, aquele que vive como se Deus não existisse ou que a divindade não tem qualquer significado para ele, quer exista quer não. Neste sentido, pode até mesmo ser uma pessoa teísta, mas que não conhece o verdadeiro Deus: “Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele” (1 Co 8.5,6). Observe que ắtheoi no texto de Efésios, não pretende afirmar que a pessoa não crê em alguma divindade, mas que ignora a existência do Deus de Israel. É assim que devemos entender o advérbio de negação khōris, traduzido em diversas passagens por “separadamente”; “à parte de alguém”; “longe de alguém”. Literalmente a expressão khōris Christou, quer dizer “longe de Cristo”, “afastado de Cristo” e não antichristo, isto é, “contrário ou oposto a Cristo”.
O texto de Coríntios não deixa de ser menos revelador. Paulo reconhece que as nações pagãs possuem suas divindades nacionais, entretanto, há um só Deus. Veja que estas não são culpadas de ateísmo, mas politeísmo, por não crerem no único Deus verdadeiro. A própria expressão theoi polloi, isto é, “muitos deuses” formam a palavra “politeísmo” [polli-teos] (cf. 1 Co 8.5). Portanto, à luz de Efésios 2.12, “sem Deus”, ắtheoi, quer dizer “sem o verdadeiro Deus de Israel”.
Portanto, do ponto de vista histórico, o ateísmo em certas circunstâncias corresponde à rejeição de deuses privados ou de uma divindade em especial. É assim, por exemplo, que devemos entender a acusação de ateísmo contra Anaxágora e Sócrates. O primeiro condenado de ateísmo por afirmar que o sol era maior que o Peloponeso e, o segundo, por "corromper" os jovens e negligenciar os deuses durante uma cerimônia de adoração. Até mesmo os cristãos foram considerados ateus no Império Romano. No século II, Justino fez referência à acusação de ateísmo contra os cristãos. Em sua Primeira Apologia escrevera a respeito da turba colérica que gritava contra os cristãos “Morte aos ateus, morte aos sem-Deus”. Em resposta, o apologista sentenciou: “Somos ateus de todos os pretensos deuses”. Estas manifestações são consideradas como “pseudo-ateísmo”, uma vez que os envolvidos criam em alguma divindade, mas rejeitavam a forma grotesca, antropomórfica e pagã de certos cultos e religiões.
Antigo Testamento: Não há no Antigo Testamento um termo hebraico próprio para expressar o conceito de ateu à semelhança do grego neotestamentário. Em Salmos 14.1, o nābāl, isto é, “o louco”, “insensato” ou “ateu” é aquele que vive como se Deus não existisse (cf. Sl 53.1). Este é o louco que blasfema contra o Senhor (Sl 74.18). O povo de Israel também é definido como ‘am nābāl, isto é, “povo insensato ou ateu” em razão de não reconhecer os grandes benefícios proporcionados pelo Senhor Deus de Israel (Dt 32.6). Nestas referências, o termo hebraico nābāl designa, provavelmente, não alguém que está sinceramente convicto de que Deus não existe, mas que está mal orientado quanto à existência de Deus. O texto da Septuaginta – tradução grega do texto hebraico – verte o termo hebraico citado por ăphrōn, ou seja, “tolo”, “ignorante”. A expressão Oủk ĕstin Theos, isto é, “Não há Deus” denuncia o estado de completa ignorância e tolice de quem assim pensa e vive.
O ateísmo tanto prático quanto teórico é, segundo as Escrituras, a principal causa da corrupção e degeneração do homem (Sl 14; 53; Rm 1.18-32). O insensato que vive como se Deus não existisse ou que O confunde com a criação, possui um “coração insensato” (Rm 1.21). No original a expressão “coração insensato” (ăsynetos kardia), literalmente é “sem entendimento de coração”. Se considerarmos o termo kardia de acordo com idiomatismo hebraico, podemos afirmar que o ateu ou insensato é “aquele que vive sem o conhecimento de Deus”. E, pelo que se depreende de uma leitura atenciosa de Romanos 1.18-32, o ateu ou ignorante é aquele que não conhece o Deus único e verdadeiro.
O ateísmo é a doutrina filosófica que admite a não existência de Deus. Segundo o ateísta, não há qualquer prova relativa à realidade de Deus, pois as evidências pressupõem a não existência de qualquer divindade. Com o advento do racionalismo, os filósofos e humanistas seculares passaram a considerar o conhecimento religioso como uma espécie de conhecimento mítico, necessário à humanidade enquanto esta ainda estava em sua gênese. De acordo com a epistemologia, o conhecimento religioso cumpria uma função teleológica, isto é, das causas e dos fins. Como o homem primitivo não sabia explicar as causas dos fenômenos físicos, atribuía a essas manifestações da natureza causas metafísicas ou divinas. No entanto, com a ascensão da ciência e do conhecimento não há qualquer necessidade de Deus ou de divindades para explicar os fenômenos físicos ou a existência do universo.
Todavia, nesse princípio argumentativo há muito preconceito em relação ao que é ou não científico. Se entendermos como pré-científico todo o conhecimento anterior à ciência moderna, onde fica a matemática, a lógica, a filosofia? Deixaram de ser ciência com o advento da modernidade? Se pré-científico deve ser entendido como anticientífico, isto é, como mito ou mágica, é muito mais provável que a ciência tenha sua gênese nessas manifestações religiosas do que o cristianismo. Se o “poder místico ou mágico” se refere à manipular as forças da natureza por meio de fórmulas, rituais, plantas e palavras, isto não seria uma pré-manifestação do tecnicismo, por meio do qual tudo se transforma? Não se pode argumentar que o cristianismo compactua com a magia, uma vez que a tradição cristã sempre se opôs a esse tipo de religiosidade. No entanto, o cristianismo não apenas admite como também ensina a intervenção divina nas forças naturais do universo. Mas não se trata de manipulação por palavras mágicas, mas da ação soberana da vontade de Deus. Os cristãos também ensinam que toda a criação foi criada por Deus com um propósito específico; que Deus Criou e estabeleceu as leis físicas que os próprios cientistas investigam.
Como teoria do conhecimento, o ateísmo distingue-se do ceticismo, do agnosticismo e do teísmo.
Vejamos:
O Cético: Duvido que Deus existe. Não tem certeza .
O Agnóstico: Não é possível saber se Deus existe. Não é possível saber .
O Ateu: Deus não existe. Está convicto.
O Teísta: Deus existe. Está convicto.
O Ateísmo e a Filosofia
A filosofia é uma das mais extraordinárias manifestações do conhecimento e da razão humana. No entanto, por várias vezes, recusou-se a admitir o verdadeiro conhecimento. Não há sabedoria e amor ao conhecimento quando se nega a existência de Deus. Célebres filósofos se equivocaram ao afirmar a não existência de Deus. Entre esses destacamos.
F. Nietzsche: Afirmou categoricamente que os deuses estão se decompondo e que Deus está morto.
Karl Marx: Escreveu que possuía ódio a todos os deuses e, que a religião é o ópio do povo.
J. Paul Sartre: Sentenciou que se Deus existe, o homem é um nada; se o homem existe, Deus não existe.
Albert Camus: Consolidou o conceito de Nietzsche de que Deus está morto, e que o filósofo não matou a Deus, mas o encontrou morto em seus contemporâneos.
Características do Ateísmo Moderno
O ateísmo moderno possui como principais características:
Anticristão: Não se opõe apenas as religiões, mas procura combater severamente o cristianismo. Para eles o Deus cristão é fraco e obsoleto.
Preconceituoso:Para o ateu moderno os cristãos são pessoas incultas, fracas e omissas aos problemas políticos e sociais.
Antidogmático: Rejeitam qualquer dogmatismo religioso. Não aceitam as doutrinas e valores cristãos. Considerando-os desnecessários e anacrônicos ao homem moderno.
Partidários: Muitos opositores do cristianismo e da moral cristã são partidários de grupos marxistas que ainda consideram o cristianismo como atraso à civilização em constante progresso.
Se formos refutar toda teoria ateísta que já existe em nosso tempo este artigo seria imensamente pequeno mas vou apresentar aqui um breve estudo sobre porque ser Teista...
E verdade que no mundo em que vivemos, devemos admitir. Não a um caminho único para todos seguirem, o homem após o pecado sofreu a conseqüência de afastar de seu Criador, com isso podemos admitir que o conceito do Homem foi afetado e ouve mudanças drásticas no saber no conhecer e no pensar , quando mais afastado de Deus mais a conseqüência do pecado faz o homem perder o foco de sua criação. O homem atual só pode reverter seu quadro quando este si ancorar na historicidade da Bíblia, a única consulta confiável e segura para conhecer com maior zelo o criador do universo e sua criação.
Vemos de Alunos a Doutores cada qual defendendo seu ponto de vista e muitas vezes são levadas prematuramente a fazer escolhas que tardiamente para alguns foi um esperdício de tempo, Antony Flew que durante mais de cinqüenta anos de sua vida negou a existência de Deus, como também a de uma vida após a morte. Há pouco tempo mudou toda sua crença de Ateita para Deista. Nunca é tarde para encontrar o Deus Eterno e ter uma vida transformada. Se pessoas centrar seus estudos na Busca de Deus a de Encontrá-lo, mas se buscar fugir da presença de Deus como no passado sem dúvida que este perderá o caminho.
E você o que diria se lhe perguntasse sobre o que você acredita. Você tem fé suficiente para ser ateu? Ou você não tem Fé e desconhece o Termo? Você tem Fé suficiente para ser um cristão, ou é um cristão por conveniência ? Se você tem fé suficiente para ser um verdadeiro cristão, parabéns este artigo só irá confirmar sua conduta cristã. Mas se você duvida da existência de Deus, mas não tem conhecimento suficiente para provar sua teoria chegou à hora de conhecer o Ateísmo e o Teismo segunda as Escrituras sagradas e alguns colaboradores para o assunto.
Ateísmo: Definição
Etimologia: O vocábulo ateu é formado pelo prefixo grego de negação a (“não”, “provação”, “negação”) e pelo substantivo theos, isto é, “deus” ou “Deus”. Literalmente, atheos significa “sem Deus”. A palavra “ateísmo”, no entanto, é formada pelos dois termos anteriores e o sufixo “ismo” que denota “doutrina”, “sistema”, ou “ensino”. O ateu é aquele que não crê em Deus, enquanto o ateísmo designa a filosofia ou os ensinos dos ateus.
Novo Testamento: O termo aparece uma única vez no grego neotestamentário em Efésios 2.12: “que naquele tempo, estáveis sem Cristo [khōris Christou], separados da comunidade de Israel e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança e sem Deus [ắtheoi] no mundo”. (grifo nosso).
O termo grego ắtheoi, neste contexto, tem o sentido de “não pertencente a Deus”, “sem Deus”, em vez do significado corrente de negar racionalmente a existência de Deus, como o fazem os filósofos ateus. O tipo de ateísmo que este termo descreve é o denominado “ateísmo prático”, ou seja, aquele que vive como se Deus não existisse ou que a divindade não tem qualquer significado para ele, quer exista quer não. Neste sentido, pode até mesmo ser uma pessoa teísta, mas que não conhece o verdadeiro Deus: “Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele” (1 Co 8.5,6). Observe que ắtheoi no texto de Efésios, não pretende afirmar que a pessoa não crê em alguma divindade, mas que ignora a existência do Deus de Israel. É assim que devemos entender o advérbio de negação khōris, traduzido em diversas passagens por “separadamente”; “à parte de alguém”; “longe de alguém”. Literalmente a expressão khōris Christou, quer dizer “longe de Cristo”, “afastado de Cristo” e não antichristo, isto é, “contrário ou oposto a Cristo”.
O texto de Coríntios não deixa de ser menos revelador. Paulo reconhece que as nações pagãs possuem suas divindades nacionais, entretanto, há um só Deus. Veja que estas não são culpadas de ateísmo, mas politeísmo, por não crerem no único Deus verdadeiro. A própria expressão theoi polloi, isto é, “muitos deuses” formam a palavra “politeísmo” [polli-teos] (cf. 1 Co 8.5). Portanto, à luz de Efésios 2.12, “sem Deus”, ắtheoi, quer dizer “sem o verdadeiro Deus de Israel”.
Portanto, do ponto de vista histórico, o ateísmo em certas circunstâncias corresponde à rejeição de deuses privados ou de uma divindade em especial. É assim, por exemplo, que devemos entender a acusação de ateísmo contra Anaxágora e Sócrates. O primeiro condenado de ateísmo por afirmar que o sol era maior que o Peloponeso e, o segundo, por "corromper" os jovens e negligenciar os deuses durante uma cerimônia de adoração. Até mesmo os cristãos foram considerados ateus no Império Romano. No século II, Justino fez referência à acusação de ateísmo contra os cristãos. Em sua Primeira Apologia escrevera a respeito da turba colérica que gritava contra os cristãos “Morte aos ateus, morte aos sem-Deus”. Em resposta, o apologista sentenciou: “Somos ateus de todos os pretensos deuses”. Estas manifestações são consideradas como “pseudo-ateísmo”, uma vez que os envolvidos criam em alguma divindade, mas rejeitavam a forma grotesca, antropomórfica e pagã de certos cultos e religiões.
Antigo Testamento: Não há no Antigo Testamento um termo hebraico próprio para expressar o conceito de ateu à semelhança do grego neotestamentário. Em Salmos 14.1, o nābāl, isto é, “o louco”, “insensato” ou “ateu” é aquele que vive como se Deus não existisse (cf. Sl 53.1). Este é o louco que blasfema contra o Senhor (Sl 74.18). O povo de Israel também é definido como ‘am nābāl, isto é, “povo insensato ou ateu” em razão de não reconhecer os grandes benefícios proporcionados pelo Senhor Deus de Israel (Dt 32.6). Nestas referências, o termo hebraico nābāl designa, provavelmente, não alguém que está sinceramente convicto de que Deus não existe, mas que está mal orientado quanto à existência de Deus. O texto da Septuaginta – tradução grega do texto hebraico – verte o termo hebraico citado por ăphrōn, ou seja, “tolo”, “ignorante”. A expressão Oủk ĕstin Theos, isto é, “Não há Deus” denuncia o estado de completa ignorância e tolice de quem assim pensa e vive.
O ateísmo tanto prático quanto teórico é, segundo as Escrituras, a principal causa da corrupção e degeneração do homem (Sl 14; 53; Rm 1.18-32). O insensato que vive como se Deus não existisse ou que O confunde com a criação, possui um “coração insensato” (Rm 1.21). No original a expressão “coração insensato” (ăsynetos kardia), literalmente é “sem entendimento de coração”. Se considerarmos o termo kardia de acordo com idiomatismo hebraico, podemos afirmar que o ateu ou insensato é “aquele que vive sem o conhecimento de Deus”. E, pelo que se depreende de uma leitura atenciosa de Romanos 1.18-32, o ateu ou ignorante é aquele que não conhece o Deus único e verdadeiro.
O ateísmo é a doutrina filosófica que admite a não existência de Deus. Segundo o ateísta, não há qualquer prova relativa à realidade de Deus, pois as evidências pressupõem a não existência de qualquer divindade. Com o advento do racionalismo, os filósofos e humanistas seculares passaram a considerar o conhecimento religioso como uma espécie de conhecimento mítico, necessário à humanidade enquanto esta ainda estava em sua gênese. De acordo com a epistemologia, o conhecimento religioso cumpria uma função teleológica, isto é, das causas e dos fins. Como o homem primitivo não sabia explicar as causas dos fenômenos físicos, atribuía a essas manifestações da natureza causas metafísicas ou divinas. No entanto, com a ascensão da ciência e do conhecimento não há qualquer necessidade de Deus ou de divindades para explicar os fenômenos físicos ou a existência do universo.
Todavia, nesse princípio argumentativo há muito preconceito em relação ao que é ou não científico. Se entendermos como pré-científico todo o conhecimento anterior à ciência moderna, onde fica a matemática, a lógica, a filosofia? Deixaram de ser ciência com o advento da modernidade? Se pré-científico deve ser entendido como anticientífico, isto é, como mito ou mágica, é muito mais provável que a ciência tenha sua gênese nessas manifestações religiosas do que o cristianismo. Se o “poder místico ou mágico” se refere à manipular as forças da natureza por meio de fórmulas, rituais, plantas e palavras, isto não seria uma pré-manifestação do tecnicismo, por meio do qual tudo se transforma? Não se pode argumentar que o cristianismo compactua com a magia, uma vez que a tradição cristã sempre se opôs a esse tipo de religiosidade. No entanto, o cristianismo não apenas admite como também ensina a intervenção divina nas forças naturais do universo. Mas não se trata de manipulação por palavras mágicas, mas da ação soberana da vontade de Deus. Os cristãos também ensinam que toda a criação foi criada por Deus com um propósito específico; que Deus Criou e estabeleceu as leis físicas que os próprios cientistas investigam.
Como teoria do conhecimento, o ateísmo distingue-se do ceticismo, do agnosticismo e do teísmo.
Vejamos:
O Cético: Duvido que Deus existe. Não tem certeza .
O Agnóstico: Não é possível saber se Deus existe. Não é possível saber .
O Ateu: Deus não existe. Está convicto.
O Teísta: Deus existe. Está convicto.
O Ateísmo e a Filosofia
A filosofia é uma das mais extraordinárias manifestações do conhecimento e da razão humana. No entanto, por várias vezes, recusou-se a admitir o verdadeiro conhecimento. Não há sabedoria e amor ao conhecimento quando se nega a existência de Deus. Célebres filósofos se equivocaram ao afirmar a não existência de Deus. Entre esses destacamos.
F. Nietzsche: Afirmou categoricamente que os deuses estão se decompondo e que Deus está morto.
Karl Marx: Escreveu que possuía ódio a todos os deuses e, que a religião é o ópio do povo.
J. Paul Sartre: Sentenciou que se Deus existe, o homem é um nada; se o homem existe, Deus não existe.
Albert Camus: Consolidou o conceito de Nietzsche de que Deus está morto, e que o filósofo não matou a Deus, mas o encontrou morto em seus contemporâneos.
Características do Ateísmo Moderno
O ateísmo moderno possui como principais características:
Anticristão: Não se opõe apenas as religiões, mas procura combater severamente o cristianismo. Para eles o Deus cristão é fraco e obsoleto.
Preconceituoso:Para o ateu moderno os cristãos são pessoas incultas, fracas e omissas aos problemas políticos e sociais.
Antidogmático: Rejeitam qualquer dogmatismo religioso. Não aceitam as doutrinas e valores cristãos. Considerando-os desnecessários e anacrônicos ao homem moderno.
Partidários: Muitos opositores do cristianismo e da moral cristã são partidários de grupos marxistas que ainda consideram o cristianismo como atraso à civilização em constante progresso.
Se formos refutar toda teoria ateísta que já existe em nosso tempo este artigo seria imensamente pequeno mas vou apresentar aqui um breve estudo sobre porque ser Teista...
05/04/2010
LIVRE ARBÍTRIO OU PREDESTINAÇÃO
Ao ler este estudo, prepare-se para algumas supressas interessantes e respostas diretas. A leitura deste assunto poderá ser inquietante se você não estiver disposto a desafiar uma crença não muito popular em nossos dias: a predestinação da ordem calvinista.
A predestinação compreendida em seu sentido positivo e bíblico é algo sublime, e confortadora para cada cristão, mas em seu sentido negativo, antibíblico, calvinista pode levar ao fracasso na carreira cristã.
Passagens bíblicas que falam de predestinação nos afirmam que Em Cristo todos são predestinados para a salvação, e que em Adão todos são predestinados para a perdição. Basta você lê em S. João 1:12 e I Cor. 15:22.
Esses não são os únicos textos que esclarecem o assunto, veremos no estudo a seguir tantos outros que não deixam dúvida alguma para quem tem as Escrituras Sagradas como sua única regra de Fé.
Livre Arbítrio ou predestinação? Este estudo trata-se também de dois caminhos, e devemos admitir:
É impossível trilhar ao mesmo tempo por dois caminhos opostos, sendo assim ou você aceita a predestinação de Calvino e torça para estar na “lista dos salvos ” predestinado por um deus que não é Bíblico, pois é um formato sem lógica e coerência no contexto geral da Palavra de Deus ou você exerça o seu livre arbítrio hoje e aceite pela graça de cristo alcançar a Salvação mediante a fé em Jesus, como descreve Efesios 2:8-9 sabendo que Deus “deseja que todos os homens sejam salvos e chegue ao pleno conhecimento da verdade” I Tim 2:4
Reservei mais alguns textos lindos da Graça de Cristo pra Você no estudo a seguir, talvez você possa ser tocado hoje e receber a verdadeira salvação somente em cristo Jesus.
Meu apelo: não quer você hoje receber de graça a Água da vida que é Jesus, quem quer receba de graça diz Ap 22:17.
Não deixe que as tradições de sua igreja seja mais importantes para você do que a verdade da palavra de Deus.
Muitas Pessoas sinceras , assim como você, estão redescobrindo, algumas verdades acerca desta falsa doutrina de que Deus Predestina alguns para salvação e outros para perdição .
Convido a você a conhecer outros artigos publicado neste blog que também de maneira reta e direta não esconde a verdade.
Que Deus o abençoe no estudo mais detalhado que iremos fazer logo a seguir
Continua...
Aguarde até o fim do mês de abril 2010 estará publicado todo o material deste estudo
A predestinação compreendida em seu sentido positivo e bíblico é algo sublime, e confortadora para cada cristão, mas em seu sentido negativo, antibíblico, calvinista pode levar ao fracasso na carreira cristã.
Passagens bíblicas que falam de predestinação nos afirmam que Em Cristo todos são predestinados para a salvação, e que em Adão todos são predestinados para a perdição. Basta você lê em S. João 1:12 e I Cor. 15:22.
Esses não são os únicos textos que esclarecem o assunto, veremos no estudo a seguir tantos outros que não deixam dúvida alguma para quem tem as Escrituras Sagradas como sua única regra de Fé.
Livre Arbítrio ou predestinação? Este estudo trata-se também de dois caminhos, e devemos admitir:
É impossível trilhar ao mesmo tempo por dois caminhos opostos, sendo assim ou você aceita a predestinação de Calvino e torça para estar na “lista dos salvos ” predestinado por um deus que não é Bíblico, pois é um formato sem lógica e coerência no contexto geral da Palavra de Deus ou você exerça o seu livre arbítrio hoje e aceite pela graça de cristo alcançar a Salvação mediante a fé em Jesus, como descreve Efesios 2:8-9 sabendo que Deus “deseja que todos os homens sejam salvos e chegue ao pleno conhecimento da verdade” I Tim 2:4
Reservei mais alguns textos lindos da Graça de Cristo pra Você no estudo a seguir, talvez você possa ser tocado hoje e receber a verdadeira salvação somente em cristo Jesus.
Meu apelo: não quer você hoje receber de graça a Água da vida que é Jesus, quem quer receba de graça diz Ap 22:17.
Não deixe que as tradições de sua igreja seja mais importantes para você do que a verdade da palavra de Deus.
Muitas Pessoas sinceras , assim como você, estão redescobrindo, algumas verdades acerca desta falsa doutrina de que Deus Predestina alguns para salvação e outros para perdição .
Convido a você a conhecer outros artigos publicado neste blog que também de maneira reta e direta não esconde a verdade.
Que Deus o abençoe no estudo mais detalhado que iremos fazer logo a seguir
Continua...
Aguarde até o fim do mês de abril 2010 estará publicado todo o material deste estudo
04/04/2010
SÁBADO OU DOMINGO
Ao ler este estudo, prepare-se para algumas supressas interessantes e respostas diretas. A leitura deste assunto poderá ser inquietante se você não estiver disposto a desafiar crenças populares ou se as tradições da igreja que você freqüenta forem mais importantes para você do que a verdade da palavra de Deus.
Milhões de Pessoas, assim como você, estão redescobrindo a verdade acerca de um verdadeiro dia de guarda.
Muitos estudos exaustivo em nosso tempo já foram realizados sobre o verdadeiro dia de descanso, que esta entre o Sábado e o Domingo, resta saber: ainda é necessário ”bater na mesma tecla” e voltar a falar do mesmo assunto; a resposta é sim, por mais que o assunto se esclareça pra alguns, si torna prolixo (Confuso) para outros. A forma que você vera logo a baixo e uma maneira simples de compreender o verdadeiro dia de gurda.
Somente pelos critérios Bíblicos podemos chegar a uma conclusão Decisiva sem cair em Contradição e falsas insinuações ,como muitos fazem por ai. Nos dias atuais é necessário que se façam um estudo aprofundado da palavra de Deus que contemplem avaliações Seguras para não perder o foco do evangelho que é a salvação em Cristo Jesus.
O Sábado é interpretado e observado de maneira errada desde os tempos de Cristo o qual nos ensinou a maneira correta como se deve guardar o sábado. O que vemos na história sobre o sábado é uma interpretação descontextualizada até os nossos dias.
Temos um dia separado para o descanso e adoração a Deus e não a dúvida que: A maioria CAMINHA pela observância do Domingo e uma minoria CAMINHA pela observância do Sábado.
Sábado, do hebraico shabbath, Significa Descanso,
Domingo vem da palavra latim dies Dominicus, que significa "dia do Senhor".
O Sabado teve origem na Criação Gn 2:7 o domingo é mais provável que tenha surgido, na Igreja de Roma, Embora , temos vários estudos histórico sobre a origem do domingo e estes nos ajudam a compreender melhor sua pratica, que não é de origem apostólica. E nem tão pouco as Escrituras oferecem uma fonte segura para sua adoração.
O sábado é um dos temas mais relevantes e significativos das Escrituras. Ele Lembra e enaltece a ação criadora e redentora de Deus. Mas lamentavelmente a Observância dessa instituição foi sendo ofuscada pela aceitação de ensinos não Bíblicos. No período intertestamentário, os mestres do judaísmo revestiram o sábado de uma forte ênfase Legalista. Por sua vez, o cristianismo pós-apostólico não mediu esforços para se distanciar dessa instituição divina, Buscando transferir a santidade do sábado para o domingo. Confira o cumprimento desta profecia no livro de Daniel 7:25
Na criação, a origem do sábado está diretamente relacionada à obra de Deus como Criador de todas as coisas. Em Gn 2:2-3 esclarece a instituição do sábado para os seres humanos como mencionado em Mc 2:27, em Gênesis mostra Deus descansando de sua obra, mas aqui vem pergunta Deus si cansa? ( De maneira nenhuma, ele descansou para dar exemplo) mas veja também que ele descansou, abençoou e santificou o dia de Sabado . Esse tríplice ato divino sem dúvida nunca poderia ter sido quebrado na história, e de acordo com o quarto mandamento do Decálogo, escrito em tabuas de pedras pelo próprio dedo de Deus deve ser observado “porque em seis dias fez” o Senhor os Céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia descansou; POR ISSO, O Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou Ex 20:11 até aqui fizemos um breve estudo do sábado na criação, agora vamos ver o sábado na redenção.
Durante seu ministério terrestre, Jesus não apenas freqüentava a sinagoga no dia de sábado como descreve Lc 4:16, mas também, procurou restaurar o verdadeiro siginificado do sábado como expressão da graça redentora de Deus firmando ser “ lícito, nos sábados faz o bem” Mat 12:12, Se o Próprio Jesus disse ser Licito fazer bem aos dias de sábado porque, ele não disse : “ não precisa guardar o sábado o sábado foi abolido”. Sem dúvida por que devemos continuar guardar o sábado mas não como os Judeus legalistas!. E sim como nos ensinou Jesus.
Você já pensou alguma vez porque Jesus não ressuscitou no sábado. Compare o descanso de Cristo na obra da criação com o descanso na obra da redenção. Podemos querer justificar a observância do domingo pela Ressurreição de cristo no primeiro dia da semana. Infelizmente não a argumentos convincentes porque não tem registro Bíblico para esta mudança, que pra Deus seria desnecessário porque ele Próprio disse “eu sou o senhor e Não Mudo”. mas temos um registro inequívoco mesmo após a morte de cristo sobre a guarda do Sábado quando lemos Lc 23:56 no que diz “...no sábado, descansaram conforme o mandamento” .
Portanto caro Irmão, o conflito entre o sábado e o domingo é, em ultima instância uma disputa entre a autoridade de Deus e as pretensões humanas não deixe se enganar, mas me envie suas duvidas terei o prazer em respondê-las.
Milhões de Pessoas, assim como você, estão redescobrindo a verdade acerca de um verdadeiro dia de guarda.
Muitos estudos exaustivo em nosso tempo já foram realizados sobre o verdadeiro dia de descanso, que esta entre o Sábado e o Domingo, resta saber: ainda é necessário ”bater na mesma tecla” e voltar a falar do mesmo assunto; a resposta é sim, por mais que o assunto se esclareça pra alguns, si torna prolixo (Confuso) para outros. A forma que você vera logo a baixo e uma maneira simples de compreender o verdadeiro dia de gurda.
Somente pelos critérios Bíblicos podemos chegar a uma conclusão Decisiva sem cair em Contradição e falsas insinuações ,como muitos fazem por ai. Nos dias atuais é necessário que se façam um estudo aprofundado da palavra de Deus que contemplem avaliações Seguras para não perder o foco do evangelho que é a salvação em Cristo Jesus.
O Sábado é interpretado e observado de maneira errada desde os tempos de Cristo o qual nos ensinou a maneira correta como se deve guardar o sábado. O que vemos na história sobre o sábado é uma interpretação descontextualizada até os nossos dias.
Temos um dia separado para o descanso e adoração a Deus e não a dúvida que: A maioria CAMINHA pela observância do Domingo e uma minoria CAMINHA pela observância do Sábado.
Sábado, do hebraico shabbath, Significa Descanso,
Domingo vem da palavra latim dies Dominicus, que significa "dia do Senhor".
O Sabado teve origem na Criação Gn 2:7 o domingo é mais provável que tenha surgido, na Igreja de Roma, Embora , temos vários estudos histórico sobre a origem do domingo e estes nos ajudam a compreender melhor sua pratica, que não é de origem apostólica. E nem tão pouco as Escrituras oferecem uma fonte segura para sua adoração.
O sábado é um dos temas mais relevantes e significativos das Escrituras. Ele Lembra e enaltece a ação criadora e redentora de Deus. Mas lamentavelmente a Observância dessa instituição foi sendo ofuscada pela aceitação de ensinos não Bíblicos. No período intertestamentário, os mestres do judaísmo revestiram o sábado de uma forte ênfase Legalista. Por sua vez, o cristianismo pós-apostólico não mediu esforços para se distanciar dessa instituição divina, Buscando transferir a santidade do sábado para o domingo. Confira o cumprimento desta profecia no livro de Daniel 7:25
Na criação, a origem do sábado está diretamente relacionada à obra de Deus como Criador de todas as coisas. Em Gn 2:2-3 esclarece a instituição do sábado para os seres humanos como mencionado em Mc 2:27, em Gênesis mostra Deus descansando de sua obra, mas aqui vem pergunta Deus si cansa? ( De maneira nenhuma, ele descansou para dar exemplo) mas veja também que ele descansou, abençoou e santificou o dia de Sabado . Esse tríplice ato divino sem dúvida nunca poderia ter sido quebrado na história, e de acordo com o quarto mandamento do Decálogo, escrito em tabuas de pedras pelo próprio dedo de Deus deve ser observado “porque em seis dias fez” o Senhor os Céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia descansou; POR ISSO, O Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou Ex 20:11 até aqui fizemos um breve estudo do sábado na criação, agora vamos ver o sábado na redenção.
Durante seu ministério terrestre, Jesus não apenas freqüentava a sinagoga no dia de sábado como descreve Lc 4:16, mas também, procurou restaurar o verdadeiro siginificado do sábado como expressão da graça redentora de Deus firmando ser “ lícito, nos sábados faz o bem” Mat 12:12, Se o Próprio Jesus disse ser Licito fazer bem aos dias de sábado porque, ele não disse : “ não precisa guardar o sábado o sábado foi abolido”. Sem dúvida por que devemos continuar guardar o sábado mas não como os Judeus legalistas!. E sim como nos ensinou Jesus.
Você já pensou alguma vez porque Jesus não ressuscitou no sábado. Compare o descanso de Cristo na obra da criação com o descanso na obra da redenção. Podemos querer justificar a observância do domingo pela Ressurreição de cristo no primeiro dia da semana. Infelizmente não a argumentos convincentes porque não tem registro Bíblico para esta mudança, que pra Deus seria desnecessário porque ele Próprio disse “eu sou o senhor e Não Mudo”. mas temos um registro inequívoco mesmo após a morte de cristo sobre a guarda do Sábado quando lemos Lc 23:56 no que diz “...no sábado, descansaram conforme o mandamento” .
Portanto caro Irmão, o conflito entre o sábado e o domingo é, em ultima instância uma disputa entre a autoridade de Deus e as pretensões humanas não deixe se enganar, mas me envie suas duvidas terei o prazer em respondê-las.
Assinar:
Comentários (Atom)
